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6,8
Cineplayers
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Sua nota
Direção
Alfred Hitchcock
Roteiro:
John Michael Hayes (roteiro), David Dodge (romance), Alec Coppel (contribuição - não creditado)
Gênero:
Romance, Suspense
Origem:
Estados Unidos
Duração:
106 minutos
Prêmios:
28° Oscar - 1956

O ex-ladrão de jóias John Robie, conhecido como 'Gato', é o principal suspeito de uma onda de roubos de jóias na Riviera Francesa. Para não voltar para a cadeia, já que alguém deseja culpá-lo pelos crimes, ele parte atrás do verdadeiro culpado. Quando conhece a bela Frances Stevens, decide utilizar as jóias de sua mãe como isca para prender o verdadeiro ladrão.

Elenco

Cary Grant
John Robie
Grace Kelly
Frances Stevens
Jessie Royce Landis
Jessie Stevens
John Williams (II)
H.H. Hughson
Brigitte Auber
Danielle Foussard
Charles Vanel
Bertani
Jean Martinelli
Foussard
Georgette Anys
Germaine
René Blancard
Comissário Lepic
Jean Hébey
Inspetor Mercier
Roland Lesaffre
Claude
Dominique Davray
Antoinette
Russell Gaige
Sr. Sanford
Gladys Holland
Francesa elegante no cassino
William 'Wee Willie' Davis
Grandão na cozinha
Paul Newlan
Homem com os vegetais na cozinha
Steven Geray
Recepcionista do hotel
Philip Van Zandt
Balconista da joalheria
Margaret Brewster
Mulher roubada
Alfred Hitchcock
Passageiro no ônibus

Lupas

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  • Visualmente belíssimo, mas possui uma história não tão interessante como tantas que Hithcock já contou.

  • Uma espécie de 'Intriga Internacional', com Cary Grant fugindo o tempo inteiro, com a ajuda de uma sedutora Femme Fatale (Grace Kelly, desta vez), só que passado na charmosa Riviera Francesa. Um Hitchcock menor, mas ainda sim bom.

  • Uma direção pouco inspirada de Hitchcock, que não consegue manter o interesse do espectador durante toda a projeção. Vale pelo visual soberbo da produção (fotografia, direção de arte e figurino) e pelos protagonistas, belos e carismáticos.

  • Típica temática hitchcockiana do falso culpado, neste que também serviu de divulgação para o VistaVision da Paramount (as tomadas aéreas e a nitidez dos planos de fundo impressionam).

  • Tem classe, bons diálogos e Grant e Kelly exalam sensualidade. No entanto, é um trabalho insosso, sem vida, que não fisga o espectador. Divertido em certos momentos, mas só.

  • Tá aí um filme que o Hitchcock não soube finalizar/não soube conduzir um suspense.

  • Quando Hitchcock estava saindo do romance que ainda perturbava seus suspense, ele deu um jeito de estragar tudo.

  • Primeiro filme irregular que vejo de Hitchcock. Poucos momentos em que a história empolga.

  • Poderia ser mais bem ritmado e ter investido mais tempo na caçada do protagonista. O charme fica por conta de Grant como mais um adorável cafajeste e, óbvio, a deslumbrante Kelly.

  • O falso suspense para adivinhar um vilão já conhecido durante todo o filme conflitua com belíssimas cenas e um beijo antagônico entre os protagonistas. Embora a auto-afirmação de Grant estivesse passando dos limites, ele fez um bom trabalho.

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