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7,4
Cineplayers
6 votos
7,6
Usuários
114 votos
?
Sua nota
Direção
Todd Haynes
Roteiro:
Todd Haynes
Gênero:
Drama
Origem:
Estados Unidos
Duração:
107 minutos
Prêmios:
60° Globo de Ouro - 2003, 75° Oscar - 2003

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Ambientado na década de 50, traz todo um universo vigoroso e requintado norte-americano de maneira de maneira sutil e bela. Inicialmente, somos apresentados a uma típica família americana bem sucedida da época: os Whitakers. Cathy é uma típica dona de casa da época. Submissa e prestativa, Cathy está sempre ajudando os mais necessitados, preocupada com o marido, cuidando das crianças, dando festas... Já Frank é um bem sucedido empresário ocupado demais para se preocupar com os filhos e esposa entre outras coisas. Cathy e Frank tinham uma imagem forte e eram tidos como símbolos da união e da família na sociedade em que estavam inseridos; até que, numa bela noite, toda essa ilusão termina...

Elenco

Julianne Moore
Cathy Whitaker
Dennis Quaid
Frank Whitaker
Dennis Haysbert
Raymond Deagan
Patricia Clarkson
Eleanor Fine
Viola Davis
Sybil
James Rebhorn
Dr. Bowman
Bette Henritze
Sra. Leacock
Michael Gaston
Stan Fine
Ryan Ward
David Whitaker
Lindsay Andretta
Janice Whitaker
Jordan Puryear
Sarah Deagan
Kyle Timothy Smith
Billy Hutchinson
Celia Weston
Mona Lauder
Barbara Garrick
Doreen
Olivia Birkelund
Nancy
Stevie Ray Dallimore
Dick Dawson
June Squibb
idosa
Matt Malloy
homem de rosto vermelho
Chance Kelly
Tallman
Joe Holt
garçom

Lupas

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  • Todd Haynes e sua forma de filmar o amor latente

  • Resgata todo um passado de melodramas poderosos,não só nos temas mas também no visual e na estrutura (lindos créditos iniciais vintage !).E ainda acrescenta palavras e imagens que na época não tinha como haver,agrega valor ao já existente. Lindíssimo.

  • Haynes acabou forçando seu filme para torna-lo clássico e atemporal, e teria funcionado melhor, a cinquenta anos atrás. Grande atuação de Julianne Moore!

  • Enquanto o uso das cores em Sirk serve para intensificar os sentimentos e em Fassbinder como canalizador de tudo que é sujo na sociedade, em "Far From Heaven" as cores de Haynes são em tons pastéis, soando falsas e incomunicáveis, como tudo ao redor.

  • Enjoado!

  • É sobre a angústia do querer que Haynes, também autor do roteiro, nos fala o tempo todo. E nos comove, de forma a nos tirar, em alguma instância da excessiva complacência.

  • É difícil acrescentar algo a tudo que já foi discutido sobre FFH, da homenagem belíssima ao cinema de Sirk, à mise-en-scène clássica primorosa, às discussões sobre raça, sexualidade, gênero e escapismo. Um híbrido elegante que vai ao âmago da Sétima Arte.

  • Belas imagens. Obra meticulosamente arquitetada pra emular Sirk. O filme é mais equilibrado e resgata tabus os quais o alemão na década de 50 não podia evocar. A fraqueza está exatamente nesse equilíbrio e em um tom autoconsciente, falta pungência!

  • A melhor atuação da carreira de Julianne Moore. E isso diz muita coisa.

  • A crítica à sociedade americana não é nada sutil, com direito, inclusive, a caretas, o que acaba dando um tom maniqueísta. O forte aqui é a história de amor e o drama da má sorte nele, com um final angustiante de cortar o coração.

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