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8,0
Cineplayers
7 votos
7,7
Usuários
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Sua nota
Direção
John Carroll Lynch
Roteiro:
Logan Sparks (roteiro), Drago Sumonja (roteiro)
Gênero:
Comédia, Drama
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
07/12/2017
Duração:
88 minutos

Lucky é um morador de uma pequena cidade americana, que nunca sai de sua rotina. Mas sua vida é alterada quando sofre uma queda sem razão em sua cozinha, afinal ele percebe que está ficando velho.

Elenco

Harry Dean Stanton
Lucky
David Lynch
Howard
Ron Livingston
Bobby Lawrence
Ed Begley Jr.
Dr. Christian Kneedler
Beth Grant
Elaine
James Darren
Paulie
Barry Shabaka Henley
Joe
Yvonne Huff
Loretta
Hugo Armstrong
Vincent
Tom Skerritt
Fred
Bertila Damas
Bibi
Ana Mercedes
Victoria
Ulysses Olmedo
Juan Wayne
Amy Claire
Frances
Liberace
(imagens de arquivo)

Lupas

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  • O filme de John Carroll Lynch é calmo, sensível e até mesmo divertido, refletindo sobre vida e morte através de um personagem defendido com doçura por Harry Dean Stanton. Se não chega a ser uma grande obra, é uma despedida digna à carreira do ator.

  • Carrol Lynch estreia na direção cruzando o minimalismo de um Jim Jarmusch com o senso de humor estranho de um David Lynch para contar uma daquelas histórias de velhice que só o cinema consegue proporcionar. Morangos Silvestres com chapéu de caubói.

  • Alguns chavões sobre a velhice e moralismos em excesso prejudicam o filme, mas a presença de Dean Stanton às vésperas da própria morte e o tributo prestado à iconografia do ator tornam Lucky um conjunto de imagens bem potentes.

  • Além de ser um grande filme sobre a noção da finitude, também é um atestado da carreira de Harry Dean Stanton. O ator se despede num filme que permanece dias na memória e emociona. E como emociona!

  • Um belo e singelo retrato sobre o envelhecimento e a aceitação de seu próprio destino, por meio de um complexo personagem brilhantemente defendido por Harry Dean Stanton. Uma despedida com estilo do ator.

  • Um 'road movie' em que a estrada se inicia com a consciência da própria finitude. A aflição diante do nada e, a reboque, a liberdade e a beleza da possibilidade do novo. Um filme Sartreano, por excelência, e cheio de carinho por suas personagens.

  • Talvez minimalista demais pro meu gosto. Mas sem dúvidas é uma gde saideira pro H.D.Stanton, refete sobre a morte de uma maneira leve e bonita. Tenho algumas ressalvas, mas é bom ver o q talvez possa ser um novo diretor digno surgindo nessa pegada indie.

  • Talvez algo tenha me escapado mas a sensação geral é de ter visto um filme incompleto, com ótimas ideias e reflexões e alguns chavões e clichês típicos. A música cantada por Harry Dean é o momento mais sublime deste filme.

  • Será preciso esperar um pouco para ver o plano mais bonito de "Lucky", pois este é o plano final. É também a última chance de ver num papel principal o ator de "Paris, Texas" e de tantos episódios de Twin Peaks - entre muitos outros: Harry Dean Stanton.

  • Qualquer que fosse o filme, só por ter Harry Dean Stanton em sua derradeira atuação já valeira a sessão. Lucky vale muito, não é uma obra-prima mas é uma homenagem singela e bela ao seu lendário protagonista.

  • Profundo. Emociona, sobretudo, por ter sido a última obra de um ator gigantesco, que sabia de sua velhice, e que cedo ou tarde, teria o destino que todos nós teremos: a morte.

  • Não esconde sua homenagem a Stanton e lhe permite ir além de um retrato sobre a velhice. Sendo um outsider que poucas vezes teve a devida atenção, ele fala, ouve, reclama, aprende, evolui, se conforma. Um humano completo que cumpriu sua missão.

  • Meditativo, reflexivo, mas também cheio de cenas sem impacto e final arrastado. O protagonista é a alma do filme.

  • Esse filme poderia ser qualquer coisa que Harry Dean Stanton carregaria nas costas,como faz aqui,e o torna especial.Simples e singelo.Uma homenagem e despedida digna,desse grande ator. A cena no bar,onde filosofa e depois acende um cigarro é comovente.

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