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8,6
Cineplayers
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Sua nota
Direção
Fritz Lang
Roteiro:
Thea von Harbou, Fritz Lang
Gênero:
Policial, Suspense
Origem:
Alemanha
Duração:
111 minutos

Assassino em série na cidade alemã de Dusseldorf põe a polícia e a população em estado de alerta máximo. Obra-prima do Expressinismo Alemão, M já serviu de inspiração para inúmeros outros cineastas, que vêem em sua fotografia uma maneira própria de fazer cinema, seguindo os passos de outras obras do Expressionismo, como Nosferatu, este de 1922.

Elenco

Peter Lorre
Hans Beckert
Gustaf Gründgens
Schränker
Ellen Widmann
Frau Beckmann
Inge Landgu
Elsie Beckmann
Otto Wernicke
Inspetor Karl Lohmann
Theodor Loos
Inspetor Groeber
Friedrich Gnaß
Franz
Fritz Odemar
O Trapaceiro
Georg John
Mendigo
Neumann-Schüler
Extra

Lupas

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  • Um filme com uma técnica impressionante (o que é aquele plano sequencia que a camera atravessa uma grade?) e uma narrativa perturbadora e polêmica até hoje. O uso do som simplesmente genial, que contribui e evolui a trama.

  • Um exercício de agonia e melancolia, exposto das mais diversas formas cinematográficas. Fotografia obscura, som incômodo (ausente ou não), Lorre hipnótico e um estudo social da melhor espécie. Ambíguo e mordaz.

  • Um clássico que envelheceu mal, infelizmente.

  • Tem o miolo (depois de apresentar os fatos até o clímax) chatíssimo, mas Lang cria técnicas inovadoras de se fazer cinema e um discurso ousado e poderoso para o protagonista, além de diversas críticas aos aparelhos de estado. O julgamento é esplêndido.

  • Técnica: 9.5 Arte: 9.0 Ciência: 9.0 Nota: 9.16

  • Representa bem o que é o expressionismo alemão. Ótimo.

  • Puta que pariu, esse título brasileiro introduziu em mim expectativas que não têm nada a ver com o filme. Tirando isso, temos aqui um drama social e político rico, irônico, ácido e kafkiano. Uma verdadeira prenúncia à paranoia que viria assolar a Alemanha

  • Polícia e criminosos "unidos" em uma caçada implacável que revolucionou o cinema. Às vezes, a justiça do povo é mais digna do que a da lei.

  • Peter Lorre interpretando um doido angustiado e Fritz Lang na direção é uma das melhores combinações que se pode imaginar. Apesar da fama, está um patamar abaixo dos melhores filmes do diretor, isso considerando somente os que eu vi até o momento.

  • O serial killer serve apenas como um "gatilho" para tratar dos efeitos da paranoia antissemita na população alemã, que culminou na ascensão do Partido Nacional-Socialista em 33. Na versão de Losey, o M representa o período macarthista.

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