Saltar para o conteúdo
6,9
Cineplayers
9 votos
7,1
Usuários
188 votos
?
Sua nota
Direção
Alfred Hitchcock
Roteiro:
Jay Presson Allen (roteiro), Winston Graham (romance)
Gênero:
Drama, Suspense, Romance
Origem:
Estados Unidos
Duração:
130 minutos

Marnie é uma mulher perturbada psicologicamente que vai trabalhar para Mark Rutland e tenta roubá-lo. Só que Mark acaba casando com ela e tenta ajudá-la a curar sua doença, confrontando o seu passado.

Elenco

Tippi Hedren
Marnie Edgar
Sean Connery
Mark Rutland
Diane Baker
Lil Mainwaring
Martin Gabel
Sidney Strutt
Louise Latham
Bernice Edgar
Bob Sweeney
Bob
Milton Selzer
Homem na pista
Mariette Hartley
Susan Clabon
Alan Napier
Sr. Rutland
Bruce Dern
Sailor
Henry Beckman
Detetive
Harold Gould
Sr. Garrett
Rupert Crosse
funcionário do escritório

Lupas

Faça login para dar uma nota e uma lupa.

  • Para os que assistem filmes com um pedaço de papel na mão para anotar falhas técnicas,etc; sugiro que não vejam este. Para os que gostam de cinema da mais alta qualidade assistir Marnie é obrigatório.

  • O roteiro acabou prejudicando uma obra que podia ser tão maravilhosa quanto os outros filmes mais prestigiados do diretor, mas que continua tendo classe, suspense e qualidade, isso é inegável.

  • O inverossímil sempre fez parte do cerne de Hitchcock, mas aqui ele é extremamente gratuito, vazio, e até bobo.

  • Não tão genial quanto outras de suas obras, mas tem seus méritos!

  • Nada justifica o fato de Marnie ser cleptomaníaca e nem a obsessão de Sean Connery por ela. É tudo falso, forçado e meio plastificado. Bem triste, de se assistir.

  • Marnie é uma das mais interessantes personagens femininas do cinema. A complexidade da personagem é sustentada por uma atuação muito competente de Tippi Hedren. Hitchcock acerta em fazer o público imaginar o passado de Marnie e somente o revelar no final

  • Mais um filme do diretor difícil de mesurar: há como condenar por tão esmero trompe l'oeil?

  • Longo demais, enrolado demais, perde toda a profundidade com seu desenvolvimento, que se arrasta. Mas o final se mostra como um filme digno de Hitchcock, e porque ele se interessou pela história, além de ter cenas memoráveis (a do roubo é ímpar).

  • Junto com vertigo é o filme que Hitchcock melhor fala dessa obsessão à figura feminina, se no filme de 59 o que movia o personagem de scottie era a semelhança de judy e madeleine, o que move o personagem de mark é a cura para essa latente misandria.

  • Filme que marca o inicio da decadência do cinema de Hitchcock.

Comentários (0)

Faça login para comentar.