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Drama

Masculino, Feminino

(Masculin féminin: 15 faits précis, 1966)
7,6
Usuários
81 votos
?
Sua nota
Direção
Jean-Luc Godard
Roteiro:
Jean-Luc Godard (roteiro), Guy de Maupassant (histórias)
Gênero:
Drama
Origem:
França
Duração:
110 minutos

A relação entre dois jovens, um militante e uma cantora, em meio às transformações ideológicas e comportamentais na França dos anos 60, momentos antes de Maio de 68.

Elenco

Jean-Pierre Léaud
Paul
Chantal Goya
Madeleine Zimmer
Marlène Jobert
Elisabeth Choquet
Michel Debord
Robert Packard
Catherine-Isabelle Duport
Catherine-Isabelle
Eva-Britt Strandberg
Elle
Birger Malmsten
Lui
Henri Attal
Leitor de pornografia

Lupas

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  • Um dos melhores do Godard.

  • Quase tudo aqui Godard explorou com maior profundidade em outros filmes o que não quer dizer que esse não seja também surpreendente e estimulante. Alguns diálogos sobre a dicotomia que dá seu titulo são geniais.

  • Presunçoso pra caramba.

  • O filme mais claramente político de Godard desde o início da "Nouvelle Vague". Discute temas políticos, filosóficos e sociais em um bom filme.

  • Lidar com uma miscelânea sensorial de temas através da poesia e de uma genial narração diegética em forma de diálogos recorrentes, enquanto o filme constrói a própria ética da moral dos temas de narrativa... Não é fácil!

  • Godard, com o seu olhar distante e solto ao mesmo tempo, já começa a caminhar para o cinema político, mas sem deixar o jeito da NV. Infelizmente, suas boas intenções se perdem rápido em meio ao mal roteiro, criando um filme tão autoral quanto esquecível.

  • Godard lança um olhar bastante caloroso sobre a juventude francesa as vésperas do Maio de 68. Jovens que sentem as incertezas da vida, se perdem em contradições, buscam significados. Não espere a anarquia típica do diretor, mas uma bela carga de poesia!

  • Frenética mistureba de questões sócio-politicas sessentistas, com relacionamentos conturbados e mundo pop, que, por mudar de foco o tempo todo, acaba não permitindo muito a digestão dos assuntos. Mesmo assim, ainda um charmoso prenúncio para maio de 1968.

  • Divertido, irônico, político e autocrítico. O retrato de uma época pela câmera lírica de Godard

  • Discursos aborrecidos numa mistureba de discussões que dificilmente conseguem seguir um norte, uma linha de raciocínio minimamente lógica. Godard atira para todos os lados mas dificilmente suas divagações chegam à algum lugar.

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