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8,0
Cineplayers
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7,7
Usuários
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Sua nota
Direção
Luca Guadagnino
Roteiro:
Luca Guadagnino (roteiro), James Ivory (roteiro), André Aciman (romance), Walter Fasano (colaboração - não creditado)
Gênero:
Romance, Drama
Origem:
Estados Unidos, França, Brasil, Itália
Estreia:
18/01/2018
Duração:
130 minutos
Prêmios:
75° Globo de Ouro - 2018, 90° Oscar - 2018

Verão de 1983. Um garoto se encanta com a presença de um estudante mais velho que vem estudar e morar com sua família na Itália. Juntos, eles dividem um verão cheio de música, comida, e um romance que os transformarão para sempre.

Elenco

Timothée Chalamet
Elio Pearlman
Armie Hammer
Oliver
Michael Stuhlbarg
Sr. Pearlman
Amira Casar
Anella Pearlman
Esther Garrel
Marzia
Victoire Du Bois
Chiara
Vanda Capriolo
Mafalda
Antonio Rimoldi
Anchiese
André Aciman
Mounir
Peter Spears
Isaac
Marco Sgrosso
Nico, historiador de arte
Elena Bucci
Historiadora de arte

Lupas

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  • Um filme belíssimo, retratando uma paixão orgânica e inevitável. O monólogo do pai, no final, é um momento grandioso, inesquecível.

  • Três canções de Sufjan Stevens, dois protagonistas muito bem delineados e algumas cenas verdadeiramente espirituosas e delicadas. Tem seus poréns e algumas coisas indiscutíveis ali no meio, mas no geral Guadagnino conduz bem os trunfos que tem em mãos.

  • Tem uma sensibilidade que o engrandece (embora esporadicamente seja expositivo demais), e seu charme é a simplicidade daquele afeto que, por algumas semanas, é o mundo dos dois.

  • Sensível e bonito, funciona muito bem enquanto retrata a aproximação entre os dois. Infelizmente, as situações se tornam comuns e arrastadas assim que o romance se consome, mas o filme cresce mais uma vez no final. Acima da média, mas não memorável.

  • Se dá bem enquanto aproveita da tensão mal resolvida em sua primeira metade; quando descamba para o romance, cai em todas as armadilhas que poderia ter evitado. Versão coxinha de Eric Rohmer.

  • PROPRIAMENTE um filme de personagens, tão sublime, tão inexistente, tão sedutor na fusão do apolíneo + dionisíaco, e ainda com uma mise-en-scène tão apurada, que chega a ser um dos espécimes que nos fazem acreditar ser possível realizar bom cinema hoje.

  • Lindo filme sobre o despertar de um homem com relação à sua sexualidade, mas sem dramatizar ou criar fantasmas que não existem além da própria dificuldade que é viver um amor ainda instável.

  • Guadagnino conduz com sensibilidade uma bela e humana história de amor de verão, permeada de lindas imagens e com excelentes atuações de Chalamét e Hammer.

  • De uma delicadeza tremenda e uma habilidade notável de ir se infiltrando aos poucos no universo de cada um daqueles dois personagens, até criar um senso de intimidade tão grande que fica impossível não se envolver. Timothée Chalamet é um monstro em cena.

  • Apesar de algumas grosserias por parte do roteiro Ivory, há muito o que se louvar na transmutação sexual e sua representação de amadurecimento para Elio e Oliver, aqui representados por uma ambientação delicada e cuidadosa. Mais atenção para Timothee.

  •  Michael Stuhlbarg destroça o seu coração em menos de 5 minutos. E o que dizer da Trilha Sonora...

  • Vai nos conquistando naquele jogo de sedução até que finalmente nos arrebata com a entrega, e Guadagnino conduz corpos e sentimentos como poucos, fazendo da história do casal algo tão natural quanto extraordinário, como são várias das histórias de amor.

  • Um filme que, embora desapressado, consegue render mais do que se pode esperar. Um pacote de sentimentos muito bem representados.

  • Um deles parece uma criança que morre de desejos por uma mocinha do bairro... o outro é impaciente e beira a arrogância... é pra torcer por esse casal? Não tem nada de interessante na técnica, com exceção do mocinho que arrasa na expressão corporal.

  • Um 'grower'. Guadagnino constrói com cuidado e esmero seus personagens e as situações, aliando a poesia das belas imagens e passagens com a força de cenas mais explícitas - como o diálogo pai/filho. CMBYN transborda emoções e Chalamet detona.

  • Trabalho de direção detalhista e um elenco inspirado. Só a cena do diálogo final entre pai e filho já justifica a nota.

  • Simples e belo. De uma ambientação estupenda e uma delicadeza sem tamanho.

  • Sensível retrato de momentos cruciais na descoberta da sexualidade de um jovem. Para ser perfeito faltou um pouco de emoção no roteiro, o tédio inicial do protagonista transcende a tela. Só o final é arrebatador.

  • Sem pressa e com lindas imagens, conta sobre um verão que marca duas vidas e faz refletir sobre escolhas, obstáculos e sentimentos.

  • Quando o vi pela primeira vez não tive a sensibilidade necessária para entendê-lo. Trata-se de um dos filmes mais belos e sensíveis já feitos. Tudo é perfeitamente orquestrado para contar uma história de amor num verão na Europa nos anos 80.

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