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7,8
Cineplayers
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Sua nota
Direção
George Cukor
Roteiro:
George Bernard Shaw, Alan Jay Lerner
Gênero:
Comédia, Musical
Origem:
Estados Unidos
Duração:
170 minutos
Prêmios:
22° Globo de Ouro - 1965, 37° Oscar - 1965

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O filme conta a história de Eliza Doolittle, uma mendiga que vende flores pelas ruas escuras de Londres em busca de uns trocados. Em uma dessas rotineiras noites, Eliza conhece o formidável professor de fonética Henry Higgins e sua incrível capacidade de descobrir muito sobre as pessoas apenas através de seus sotaques. Quando ouve o horrível sotaque de Eliza, aposta com o coronel Hugh Pickering que em seis meses pode fazer com que essa pobre coitada que mal sabe falar consiga se passar desapercebida por uma bela dama em meio à alta sociedade.

Elenco

Audrey Hepburn
Eliza Doolittle
Rex Harrison
Professor Henry Higgins
Stanley Holloway
Alfred P. Doolittle
Wilfrid Hyde-White
Coronel Hugh Pickering
Gladys Cooper
Sra. Higgins
Theodore Bikel
Zoltan Karpathy
Jeremy Brett
Freddy Eynsford-Hill
Mona Washbourne
Sra. Pearce
Isobel Elsom
Sra. Eynsford-Hill
John McLiam
Harry
John Mitchum
Orador na igreja
Clyde Howdy
Orador na igreja
Alan Napier
Homem conduzindo Eliza à Rainha

Lupas

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  • Um musical realmente musical, onde tudo é encantador, sonhador e aventuresco. Sem aquelas firúlas de estória verossímil cantada no gênero.

  • Se por um lado toda a construção de cenários, figurino, direção de arte e fotografia sejam absolutamente lindos, e que Audrey seja sempre carismática mesmo interpretando uma chata de galocha, nada disto encobre a futilidade de seu roteiro infantil.

  • Os personagens carismáticos, a história interessante e os diálogos envolvem e garantem a fluidez do filme. Pena que os números musicais (bem frequentes) não chamem tanta atenção. A homossexualidade sugerida de Higgins e Pickering é bem curiosa.

  • O plot original de Pigmalião é interessante, mas aqui é superficial. Toda babaquice aristocrática e high society é exaltada e tratada como um conto de fadas. Mega produção, bela direção de arte, mas os números musicais não chamam a atenção.

  • Não posso deixar de grifar a versatilidade de Hepburn em cena. Um musical completo: muita cor, cenários, riqueza, futilidades e, principalmente, vozes - belas ou não.

  • Mesmo que Audrey seja minha atriz favorita, sinceramente não deu em Minha Bela Dama. A personagem dela é, inclusive, muito irritante. Não consegui sentir empatia. Musical longo e sem graça.

  • Gosto muito como Cukor fazia filmes gigantes e irresistíveis sem medo. Como diretores como ele estilizavam épicos extraindo a epicidade duma história. Apesar dos excessos, eis um delírio açucarado delicioso, tal Hepburn aqui, mais forte que nunca.

  • Em "Minha Bela Dama", não há músicas memoráveis ou números musicais exuberantes, e sim uma história simples e cativante amparada em canções eficientes (destaque para a dos vagabundos e a do casamento, hilárias), enquadramentos lindos e, claro, Hepburn.

  • Consegue mostrar através de um romance improvável, mas muito retratado (a mocinha pobre inocente com um senhor de meia idade rico), como que a aristocracia pode ser fútil e imbecil.

  • Audrey Hepburn, a mulher mais completa que a humanidade já conheceu, uma bela dama.

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