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6,9
Cineplayers
9 votos
7,4
Usuários
70 votos
?
Sua nota
Direção
Clint Eastwood
Roteiro:
Nick Schenk (roteiro e adaptação), Sam Dolnick (artigo para a revista the new york times)
Gênero:
Policial, Suspense, Drama
Origem:
Estados Unidos

Um horticultor de 90 anos e veterano da Segunda Guerra Mundial é capturado transportando US $ 3 milhões em cocaína por meio de Michigan para um cartel de drogas mexicano. Inspirado pelo artigo do New York Times Magazine "A Mula de Drogas de 90 Anos do Cartel de Sinola".

Elenco

Clint Eastwood
Earl Stone
Bradley Cooper
Colin Bates
Taissa Farmiga
Ginny
Michael Peña
Enforcer
Andy Garcia
Laurence Fishburne
Agente Especial do DEA
Alison Eastwood
Iris
Dianne Wiest
Mary
Clifton Collins Jr.
Manny Montana
Axl
Jill Flint
Pam
Noel Gugliemi
Bald Rob
Ignacio Serricchio
Negociante do cartel
Robert LaSardo
Emilio
Loren Dean
Agente Brown

Lupas

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  • O tom cômico não casa com o acerto de contas do protagonista e a sua família, os policiais são estúpidos demais, há um excesso personagens sem função (Andy Garcia), e alguns subplots não levam a lugar algum (o preconceito com os negros). Decepcionante.

  • Mais um trabalho irregular de Eastwood, deixando de lado qualquer sutileza ao construir um personagem caricato em um filme com mensagem rasa, quase uma autoajuda barata. Tem bons momentos e certa classe, mas a história poderia ter sido melhor aproveitada.

  • Eastwood promove um de seus filmes mais sentimentais e atua com ternura surpreendente. Família, tecnologia, amigos e orquídeas são substâncias de um drama sobre envelhecimento e acerto de contas com o tempo.

  • Eastwood passeia com sua câmera com extrema lucidez e beleza. Discute novamente a velhice, os costumes americanos e a vida simples. É um prazer de assistir, embora se faça valer de elementos de cinema comercial que o diminuem um tanto.

  • Eastwood já atingiu o ponto de narratividade e de maestria de sua própria performance em que a ideia de espelho se parte, ambas tão enlaçadas que o filme não necessariamente é a própria vida, mas as apurações e observações mais honestas dela.

  • Clint Eastwood já foi um velho rabugento, um grande pistoleiro e até mesmo um astronauta, mas foi na figura de um dócil velhinho que entra no mundo do crime meio que sem querer que conseguiu dialogar tanto sobre a vida. Divertido e profundo.

  • Vale como testamento, veremos o quanto cresce ou não com o tempo. Me parece uma OP assombrosa!

  • Um merecido sucesso de bilheteria. É um prazer inexplicável ver o Clint, a lenda viva faz-tudo, quase não se aguentando mais em pé, atuando e fazendo o que precisa fazer: cinema. Sutilmente crítico e estruturalmente elegante, como sempre.

  • Projeção de personagem anti-moderno numa imagética crua. A história não exige frescuras e sim a passagem do tempo perdido e o quanto ele vale. Filme testamento? Aposentadoria? Autocrítica? É cinema. A simplicidade pode ser o último estágio do genial.

  • O mestre mantém e engrandece sua figura ranzinza, com um homem de personalidade, que não teme nada e diz o que pensa sem medo, valorizando seus bons tempos idos agora abalados pelas idiotices da modernidade. Mais um tesouro do velho Clint.

  • Muito longe dos seus bons trabalhos, e um filme sem graça.

  • Mais do que ter uma fonte autobiográfica, A Mula é um filme-resposta, sobre um alguém que não abaixa a cabeça e nem se intimida as provocações dos novos tempos. Sem maniqueísmos, Eastwood mistura densidade e simplicidade neste estudo do ser com o seu meio

  • De volta às telas para uma saideira, Eastwood reúne forças e reprisa seu tipo politicamente incorreto nada longe da realidade. Alguns clichês vistos em enredos similares - até mesmo dentro de sua obra - enfraquecem a proposta.

  • Clint errou a mão neste filme: excessivamente estereotipado (todos envolvidos com o tráfico são latinos) e a questão que pretende ser o ponto mais profundo do filme é tratada de forma absolutamente superficial. A mim decepcionou muito.

  • Clint Eastwood é o durão mais sensível do cinema, em "A Mula", preconceitos são exacerbados e o drama familiar, do peso da culpa e da redenção, mostra os meandros de alguém simplesmente humano.

  • Clint é um especialista em contar histórias tristes, mas em A Mula o diretor não só aplica uma leveza em tom cômico jamais vista em seus filmes, como também uma leveza na atuação, sendo um balanço perfeito de visão de diretor e performance de ator.

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