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8,5
Cineplayers
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7,8
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Sua nota
Direção
Jordan Peele
Roteiro:
Jordan Peele
Gênero:
Suspense
Origem:
Estados Unidos

Novo projeto do diretor Jordan Peele, vencedor do Oscar de melhor roteiro original por Corra! (2017). Sinopse oficial ainda não revelada.

Elenco

Lupita Nyong'o
Elisabeth Moss
Winston Duke
Anna Diop
Kara Hayward
Nancy
Yahya Abdul-Mateen II
Cali Sheldon
Noelle Sheldon
Tim Heidecker
Shahadi Wright Joseph
Nathan Harrington
Glenn
David M Sandoval Jr.
Pai da família na praia
Duke Nicholson
Lon Gowan
Homem grande (vizinho)
Alessandro Garcia
EMT

Lupas

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  • Se Corra! é mais coeso, Nós é mais ambicioso. Conjuga mais signos, referências e disciplinas para realizar uma sofisticada crônica sobre racismo e identidade enquanto realiza um thriller pulsante. O eventual excesso de humor e didatismo são mero detalhe.

  • Progressão mais radical ao cinema que Peele se propôs desenhar como seu manifesto em Corra!, Nós retrata em maior escala a questão da identidade do negro dentro da comunidade americana. Nyong'o entra no rol das grandes performances femininas no terror.

  • Peele desdobrando sua perspectiva das alteridades raciais e inerentes através do subsolo, da genética doentia, do espelho, do entretenimento e das manias coletivo-ideais. Cada insinuação é um acréscimo nisto que já é uma mitologia própria. Que cadência!

  • Peele aumenta o escopo de Corra! não só para falar de racismo, mas também de outros temas relevantes como sociedade e psicologia. Um terror eficiente, lotado de belas passagens e imagens impactantes. Uma reflexão sobre o nosso lado bom e ruim na vida.

  • Nós é uma história onde a cópia maligna descortina o lado obscuro da imagem-base. Filme novamente aparentado com a lógica de "homem lobo do homem" de diretores como Romero, Craven e Carpenter, onde o que renegamos está sempre à espreita, apenas esperando.

  • Excelente 1o. ato, com boa atmosfera de desconforto, e um 2o. bastante divertido. Mas o 3o. é expositivo demais, com explicação pouco convincente - além de alegorias que parecem vagas. É original, provocativo e surpreendente, mas menos coeso que 'Corra!'.

  • A atmosfera desse novo filme de Peele (assim como de sua primeira obra na direção, Corra!) é excepcional, assim como suas qualidades técnicas. Lembram muito Shyamalan em início de carreira. Não gostei particularmente do final, é algo gratuito, embora sua leve ambiguidade não torne ele desastroso. Ainda assim, um dos grandes de seu gênero neste ano.

  • Talvez responder tudo a sua própria maneira tenha sido a escolha mais correta para o cinema que Jordan Peele vem esculpindo. Seu último filme, assim como Corra, entrega emoção, suspense, curiosidade, entretenimento, tensão e tudo o que há de se esperar de uma sessão de cinema completa. Fora isso ainda sobrou tempo para levantar mais uma vez questionamentos sobre as estereotipadas relações morais conjugadas sobre famílias negras em filmes de gênero.

  • Se você acha que é um filme sobre crise de identidade e/ou redes sociais, volte duas casas.

  • Se Sartre escreve que o inferno são os outros em sua fenomenologia, temos no pós-modernismos que o inferno também somos nós mesmos, com o peso das nossas subjetividades lidando na interação.

  • Quando quer ser muito autoexplicativo a força da narrativa perde um pouco o fôlego, sendo que o mistério em torno de suas metáforas a favor da premissa é o ponto alto, tanto da tensão como da ironia. Uma espiral de loucura e revolta em meio a ignorância.

  • Puta filmaço! Um dos melhores suspenses que ja assisti!

  • Peele sabe criar ótimas cenas de tensão e suspense. O filme tem seus significados e alegorias, que mostra que o diretor sabe fazer terror com conteúdo. Se continuar assim, seu futuro é muito promissor.

  • Peele sabe bem criar tensão na mesma proporção em que sabe criar um tom cômico peculiar. A mistura de ambos não é acidental. É claramente proposital. As metáforas, no entanto, soam forçadas dependendo de determinado ponto de vista.

  • Peele joga com o próprio gênero: conecta elementos comuns ao filme de terror à camada crítica da obra; constrói cenas realmente tensas que convivem com um humor muito apropriado; e traça uma relação multíplice e suspeita entre a protagonista e seu duplo.

  • Peele está a caminho (se continuar assim) de ser um nome nobre em Hollywood, com apenas mais um par de produções. 'Us' é seguro, tem as melhores referências nos lugares certos, mas ainda carece em partes da maturidade que Peele vai conseguir, com o tempo.

  • Peele continua a costurar uma nova onda original no terror/suspense, marcando seu nome na nova geração. Aqui menos na questão racial mas em questões sociais atuais e internas de cada um, com inúmeras alegorias que despertarão reflexões distintas.

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