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Terror Drama Suspense

Nosferatu: O Vampiro da Noite

(Nosferatu: Phantom der Nacht, 1979)
7,6
Cineplayers
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7,7
Usuários
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Sua nota
Direção
Werner Herzog
Roteiro:
Werner Herzog
Gênero:
Terror, Drama, Suspense
Origem:
França, Alemanha Ocidental
Duração:
107 minutos

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Baseado no livro Drácula, de Bram Stoker, Nosferatu conta a jornada de Jonathan Harker (Bruno Ganz) pelo reino de horror do Conde Drácula (Klaus Kinski, em magnífica atuação), um maligno vampiro obcecado por sua esposa, a bela Lucy (Isabelle Adjani). Refilmagem do clássico alemão Nosferatu, de Murnau, de 1922.

Elenco

Klaus Kinski
Conde Drácula
Isabelle Adjani
Lucy Harker
Bruno Ganz
Jonathan Harker
Roland Topor
Reinfield
Walter Ladengast
Dr. Van Helsing
Dan van Husen
Harbormaster
Carsten Bodinus
Schrader
Martje Grohmann
Mina
Clemens Scheitz
Recepcionista

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  • Uma das melhores obras de terror,que vai muito além de apenas um gênero

  • uma das mais belas adaptações da obra de Bram Stocker.

  • Técnica: 9.5 Arte: 9.0 Ciência: 9.0 Nota: 9.16

  • Poucos diálogoss, atores impecáveis (Kinski era genial), e Herzog oferecendo a sua interessantíssima visão sobre a lenda de Nosferatu/Drácula, com o clima constante de terror, tristeza, solidão, medo e ameaça.

  • O shot sobrenatural na praia, com a carruagem nos introduzindo ao submundo de Drácula e suas práticas, é surrealmente atmosférico, verdadeira ode à linguagem. Grande refilmagem, outra aula de Cinema por Herzog.

  • O filme foi bem dirigido, gostei da atuação e de toda a parte técnica. Poderia ter mais suspense, sustos, faltou vida ao vampiro.

  • Isso sim é uma refilmagem autoral. Herzog coloca aqui uma ambientação completamente diferente da original e ao seu estilo. Sua forma de ver a natureza, sua filosofia, está tudo lá. Belíssimo textos do Nosferatu, atuação foda do Kinski e direção de arte.

  • IMPRESSIONANTE. Conversei com a tela:"sai daí! Ele tá aí atrás"; No trajeto Transilvania-Londres, Google Mapas pois eu queria saber de cada passo; Nunca mirei um remake ser tão bom quanto o original; Boa música, foto, direção, mas o melhor de tudo: EDIÇÃO

  • Herzog usa menos o expressionismo alemão do clássico de Murnau e dá ao Conde Drácula caráter mais próximo a humanidade. O medo da morte, o pavor de não morrer, visto por jogos de cores, sons, luz e simbolismos.

  • Herzog dá à estória de Conde Drácula uma pegada mais hipnótica, silenciosa, sombria e artística do que qualquer outra versão do clássico e por que não filosófica inclusive (toda a questão da imortalidade do conde).

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