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6,7
Cineplayers
7 votos
7,1
Usuários
119 votos
?
Sua nota
Direção
James Franco
Roteiro:
Scott Neustadter (roteiro), Michael H. Weber (roteiro), Greg Sestero (livro), Tom Bissell (livro)
Gênero:
Biografia, Comédia, Drama
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
25/01/2018
Duração:
104 minutos
Prêmios:
75° Globo de Ouro - 2018, 90° Oscar - 2018

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Greg Sestero sonha em ser ator, assim como o estranho e enigmático Tommy Wiseau, que ele conheceu numa aula de teatro, de quem ninguém tem nenhuma informação. Os dois viajam até Los Angeles pensando grande, mas Hollywood os rejeita. É quando decidem fazer um filme por conta própria.

Elenco

James Franco
Tommy Wiseau
Dave Franco
Greg Sestero
Seth Rogen
Sandy Schklair
Alison Brie
Amber
Paul Scheer
Raphael Smadja
Ari Graynor
Juliette Danielle
Jacki Weaver
Carolyn Minnott
Josh Hutcherson
Philip Haldiman
Zac Efron
Dan Janjigian
June Diane Raphael
Robyn Paris
Charlyne Yi
Safoya
Sharon Stone
Iris Burton
Melanie Griffith
Jean Shelton
Jason Mantzoukas
Peter Anway
Hannibal Buress
Bill Meurer
Megan Mullally
Sra. Sestero
Zoey Deutch
Bobbi
Bryan Cranston
Bryan Cranston
Judd Apatow
Produtor de Hollywood
Tommy Wiseau
Henry

Lupas

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  • Oposto exato do filme que tenta desvendar, The Room: roteiro e personagens interessantes e boas interpretações. Incansável, James Franco é super eficiente como diretor e continua galgando seu espaço.

  • James Franco, quem diria?, manda bem em todas as frentes: diante das câmeras, ele acerta em cheio no tom autovisionário e melancólico de Wiseau. Atrás delas, é hábil ao equilíbrar a bizarrice da história e um tratamento carinhoso com seus personagens e o próprio cinema. Um dos melhores filmes do ano.

  • Filme contaminado pelo próprio cinismo e sem a menor paixão por qualquer aspecto do cinema. Resta uma coleção de cacoetes, devaneios, chacotas, estereótipos e um ator/autor que pouco entende o espírito da coisa. O anti-Ed Wood de Burton.

  • Confesso não gostar de Franco, mas aqui é preciso tirar o chapéu a ele. Seu filme é divertido, curioso e sempre interessante, centrado em um personagem tanto bizarro quanto interessante. Sem contar que ele está ótimo no papel principal. Bela surpresa.

  • Uma figura desastradamente carismática em composição impressionante de Franco, então no melhor papel de sua irregular carreira. Tommy é a versão moderna do insistente Ed Wood.

  • Uma das performances mais divertidas de James Franco! A comédia funciona em cada piada. Seria perfeito se não deslizasse no drama.

  • Tommy Wiseau é definitivamente um visionário bizarro que merece ser estudado. Nesse contexto, O Artista do Desastre nada mais é que seu mundo dissecado a sua maneira: um apanhado de situações nonsenses que divertem no mesmo nível que causam perplexidade.

  • Tem bom ritmo e diverte, nada além disso. James Franco nem sempre parece capaz de sustentar o seu papel, e se não fosse o bastante, o filme sugere uma importância descabida a The room

  • Talvez não seja um exercício metalinguístico e nem uma crítica ou sátira ácida à industria americana de cinema porém é uma comédia engraçadíssima e isto já me basta para considerá-lo acima da média das produções americanas.

  • Por trás das risadas ao final do filme, esconde-se uma melancólica e triste descrição dos sonhos se estilhaçando. O maior problema é tentar sair pela positiva excessivamente. Mentira quem fala que Wiseau é ridicularizado, Franco o humanizou.

  • Ownt, fiquei com muita peninha do Tommy durante a filmagem, e fiquei super curiosa para assistir o The room... E que delicinha Franco nu, que bundinha... Lembrou me o maravilhosos Ed Wood...

  • O maior mérito de James Franco ao dirigir e protagonizar é ter percebido que a história por trás de The Room poderia render uma ótima comédia. É um pouco como Ed Wood, de Tim Burton, sobre o pior cineasta do mundo. Mas nem Wood fez algo tão ruim.

  • O Franco tem dificuldades como diretor e, apesar de divertido, o filme é apenas legal. É realçado pela incrível historia real e pela ótima atuação do James Franco, que compõe um Wiseau mais complexo do que o esperado

  • O Ed Wood da nova geração, DA é tudo o que Franco pediu aos deuses, podendo exercer com toda sua trupe a anarquia que casa com perfeição na história do melhor pior filme de todos os tempos. Como disse La La Land, aqui é para os loucos que sonham.

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