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8,6
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Sua nota
Direção
Marcel Carné
Roteiro:
Jacques Prévert (escritor)
Gênero:
Romance, Drama
Origem:
França
Duração:
191 minutos
Prêmios:
19° Oscar - 1947

Paris, 1830. O Boulevard du Temple é o local dos teatros, dos cabarés e da vida boêmia da capital francesa. É neste cenário que desenrola o tumultuado triângulo amoroso pela atriz Garance (Arletty), o ator Fréderick Lemaitre (Pierre Brasseur) e o mímico Baptiste (Jean-Louis Barrault).

Elenco

Jean-Louis Barrault
Baptiste Debureau
Pierre Brasseur
Frédérick Lemaître
Arletty
Garance (Claire Reine)
Marcel Herrand
Pierre-François Lacenaire
María Casares
Nathalie
Pierre Renoir
Jericó
Jane Marken
Sra. Hermine
Louis Salou
Conde Édouard de Montray
Fabien Loris
Avril
Gaston Modot
Fio de Seda
Etienne Decroux
Anselme Debureau
Marcel Pérès
Diretor do Funambules
Palau
Gerente de palco do Funambules
Marcel Melrac
O policial do Boulevard
Paul Frankeur
O inspetor da polícia
Jacques Castelot
Georges
Albert Rémy
Scarpia Barrigni
Auguste Bovério
1º autor de L'auberge des Adrets
Paul Demange
2º autor de L'auberge des Adrets
Louis Florencie
Ator (policial) em Adrets

Lupas

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  • Há muita influência do teatro neste trabalho de Carné, de narrativa riquíssima e personagens complexos. Não à toa um dos clássicos mais elogiados por grandes cineastas, como Truffaut e Luchino Visconti.

  • A beleza e a simplicidade de um triângulo amoroso clássico, com um lindo registro de época de uma Paris efervescente. Garance, livre de corpo e presa pelo coração. Se há obras imortais, esta chega perto de ser uma delas.

  • Vale muito mais pela importância histórica, pois apesar de bom, é mais longo do que deveria e a verborragia é rica, mas cansativa.

  • Um novelão ao velho estilo história de amor clássica, marcada por vários desencontros e dramaticidade exacerbada. O background teatral é um encanto à parte, mas infelizmente não sustenta a pesada narrativa por mais do que algumas belas sequências.

  • Que planos perfeitos concebidos por Carné! Que diálogos líricos, transbordando uma gama única de sentimentos, cortesia de Prévert! Que conjunto de atores, no máximo de sua arte! Arte, palavra perfeita para ser atribuída ao filme!

  • Mesmo tendo diálogos poéticos que embelezam a obra, o roteiro é inconsistente e a montagem, muito cansativa. As cenas são excessivamente teatrais e o final abrupto e aberto desvalorizam ainda mais o conjunto.

  • Isso que é Realismo Poético! O universo boêmio parisiense do séc XIX onde artistas e bandidos se misturam, pelo olhar lírico de Prévert com belos números artísticos e humor. Um personagem melhor que o outro e uma trama virtuosa. 3 h mais que justificadas!

  • Grande, supremo e ... Garance!

  • Forma simplória de explicar, o comportamento fora dos padrões de uma mulher sem comprometimento. Podia ser melhor.

  • Demasiadamente novelesco, quadrado e arrastadíssimo, o que salva O Boulevard do crime de um fiasco total é seu texto extremamente refinado e repleto de observações instigantes.

  • Dá pra ver que era muito moderno na época. Os desejos e amores são ditos claramente e não há a dramaticidade exagerada dos teatrais daqueles anos - estilo que faz o interesse. Mas é bem sem ritmo. Bom que é inspirado, liga cenas no estalo e exige atenção

  • Como sempre os personagens de Carné são pra lá de interessantes, mas esse filme é desengonçado e bastante inferior as suas duas obras-primas.

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