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Sua nota
Direção
Roman Polanski
Roteiro:
Roman Polanski (roteiro), Robert Harris (I) (romance e adaptação)
Gênero:
Suspense, Drama
Origem:
Alemanha, França, Reino Unido
Estreia:
28/05/2010
Duração:
128 minutos

Quando um escritor fantasma britânico de sucesso concorda em completar as memórias do ex-primeiro-ministro britânico Adam Lang, seu agente lhe assegura que é a oportunidade de uma vida. Mas o projeto parece condenado desde o início - até porque o seu antecessor no trabalho morreu em um infeliz acidente. Em um mundo em que nada e ninguém é o que parece ser, o escritor fantasma logo descobre que o passado pode ser fatal e que a história é decidida por quem permanece vivo para escrevê-la.

Elenco

Ewan McGregor
O Fantasma
Pierce Brosnan
Adam Lang
Kim Cattrall
Amelia Bly
Jon Bernthal
Rick Ricardelli
Tim Preece
Roy
James Belushi
John Maddox
Olivia Williams
Ruth Lang
Timothy Hutton
Sidney Kroll
Tom Wilkinson
Paul Emmett
Eli Wallach
Velho homem do vinhedo
Robert Pugh
Robert Rycart
David Rintoul
O estranho
John Keogh
Oficial

Lupas

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  • Senti-me naquela ilha e com a sensação angustiante do escritor fantasma. Atmosfera embasbacante, como em outros grandes filmes que Polanski já nos havia apresentado.

  • Polanski transcende as limitações do thriller ao inserir na trama as referências ao governo de Tony Blair e à sua própria condição de refugiado. O plano final e o do bilhete são magníficos. Estamos diante de um dos 4 ou 5 melhores filmes do diretor.

  • Nesse que é um dos melhores thrillers da década passada, o magnífico trabalho de Polanski é realçado pela trilha de Desplat, que evoca as qualidades ressaltadas por meus colegas e comprova sua atual posição entre os maiores compositores de Hollywood.

  • Dá gosto acompanhar esse suspense político brilhantemente arquitetado por um veterano em plena forma, que segue mestre em confundir seus personagens entre a paranóia e a realidade. É de uma ironia fina que só reforça ainda mais a sua tensão dramática.

  • Ano vai, ano vem e a história não muda: Polanski continua em alta com seus suspenses acima da média.

  • A paranóica tensão imprimida lentamente por Polanski através de sua cadência brilhante e dos belíssimos planos frios e distantes que seguem McGregor em sua investigação hitchcockiana alça este ao posto de melhor filme do ano até agora. Coisa de mestre.

  • A cena do bilhetinho sendo passado de mão em mão já está entre as mais marcantes da filmografia de Polanski.

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