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Cineplayers
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Sua nota
Direção
Roman Polanski
Roteiro:
Roman Polanski, Gérard Brach
Gênero:
Suspense
Origem:
Estados Unidos, França
Duração:
125 minutos
Prêmios:
29° Festival de Cannes - 1976

Polonês que vive na França aluga apartamento de uma garota que acabara de se suicidar, localizado em um estranho edifício residencial. Aos poucos, começa a presenciar coisas anormais, principalmente em relação às atitudes dos vizinhos, fazendo com que passasse a investigar a morte da garota por suspeitar de que seus vizinhos a tenham levado-a à loucura - e pensa estarem fazendo o mesmo consigo. Esta é a terceira e última parte da Trilogia do Apartamento, composta também por Repulsa ao Sexo e O Bebê de Rosemary.

Elenco

Roman Polanski
Trelkovsky
Isabelle Adjani
Stella
Melvyn Douglas
Mounsieur Zy
Jo Van Fleet
Madame Dioz
Bernard Fresson
Scope
Lila Kedrova
Madame Gaderian
Rufus
Georges Badar
Shelley Winters
A concierge
Albert Delpy
Vizinho (não-creditado)
André Penvern
Garçom do café
Josiane Balasko
Funcionária do escritório
Gérard Jugnot
Funcionário do escritório
Claude Dauphin
O marido no acidente

Lupas

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  • Vai construindo o clima e as peças até nos quarenta minutos finais sucumbir ao delírio e a atmosfera de pesadelo, rendendo algumas das cenas mais assombrosas do diretor, e encerra a "trilogia" não com o mesmo frescor, mas com o capricho e a demência.

  • Um mistério inteligente, tenso e envolvente. A trilha sonora é perfeita, assim como a direção de arte e fotografia, que dão um aspecto urbano sujo à produção com bastante eficiência. Um dos melhores de Polanski, sem dúvida.

  • Trabalho psicológico absolutamente perfeito, onde Polanski, com a sua câmera claustrofóbica, conduz um belo estudo de personagem e ainda levanta questionamentos sociológicos sobre a identidade de cada indivíduo. Um dos grandes momentos do Cinema.

  • Tell me, at what precise moment does an individual stops being who he thinks he is? (...) What right has my head to call itself me?

  • Suspense morno, que em nenhum momento consegue gerar tensão. Mais um exercício de ego do diretor, que praticamente monopoliza todas as cenas em mais de 2 horas de filme.

  • Quando Trelkovsky tenta devolver a mesa ao seu lugar, a garrafa cai, quebra e ele desiste. Sua vida ja tinha sido invadida por aquele lugar, aquele universo, não há mais como voltar a como era antes. O maior da trilogia.

  • Possivelmente a obra mais macabra criada por Polanski. Psicologicamente brilhante, e tenso até não poder mais. Final bizarro, obscuro e de morrer de (nervosamente) rir.

  • Polanski, mais uma vez, genial. A metamorfose da psicologia da personagem(Trelkovsky) nao se dá gradativamente, como se espera, porém, mais um belo exemplo de homem duplicado, que se dá pelas contradições existentes entre o inquilino e seu novo habitat

  • Polanski tinha muita coisa a dizer apenas para quem queria saber, corajosamente, até ao final "Norman Bates" isso se torna quase óbvio. Infelizmente, os excessos do livro viram os excessos do filme, mas ainda assim é um suspense de corpo e alma.

  • Polanski encerra de forma genial a trilogia do apartamento, mesmo assim está um pouco abaixo do nível dos anteriores.

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