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Sua nota
Direção
Jaco van Dormael
Roteiro:
Jaco van Dormael (roteiro), Thomas Gunzig (roteiro)
Gênero:
Comédia, Fantasia
Origem:
Luxemburgo, França, Bélgica
Estreia:
21/01/2016
Duração:
113 minutos
Prêmios:
73° Globo de Ouro - 2016

Você sabia que Deus está vivo e mora em Bruxelas com sua filha? Ele é um senhor rabugento e sua filha está cansada de tudo isso. Ela decide se revoltar contra seu pai, que acaba revelando, sem querer, a data de morte dos humanos na Terra.

Elenco

Pili Groyne
Ea
Benoît Poelvoorde
Deus
Yolande Moreau
Mulher de Deus
Marco Lorenzini
Victor
Laura Verlinden
Aurélie
François Damiens
François
Catherine Deneuve
Martine
Didier de Neck
Jean-Claude
Serge Larivière
Marc
Romain Gelin
Willy
David Murgia
Jesus Cristo
Johan Heldenbergh
Padre
Anna Tenta
Xenia
Johan Leysen
Marido de Martine
Pascal Duquenne
Georges
Viviane de Muynck
Mãe de Georges
Michèle-Anne De Mey
Andrée
Dominique Abel
Adão
Lola Pauwels
Eva
Jaco van Dormael
O motorista

Lupas

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  • Parte de uma premissa criativa, mas na prática não concretiza sua possível originalidade nem enquanto comédia, nem como filme reflexivo. Alguns bons diálogos e cenas irônicas/sarcásticas, mas nada de mais.

  • De nada serve uma boa premissa se não se sabe o que fazer com ela: "O Novíssimo Testamento" podia ser uma bela reflexão sobre a finitude da vida, mas tudo se perde no pastelão (Deus) e em ironias sem sentido (gorila). Dormael foi melhor em "O Oitavo Dia".

  • Uma sátira espirituosa sobre nossa concepção de deus e religião, que consegue ser irônica numa narrativa bem Amelie Poulain ao nos colocar para pensar o que faríamos das nossas vidas se soubéssemos quando vamos morrer. Ao Novíssimo Testamento eu sou fiel.

  • Um dos filmes mais originais do ano, satiriza tudo o que move o mundo baseado nos princípios da criação. Não sendo pretensioso mas levantando indagações de modo leve e divertido sobre quem estaria por traz de tudo o que move a vida.

  • Só as reaparições de Deus, que desce à Terra para se vingar da filha, aproximam o filme de mitologias antigas, com divindades de temperamentos sobre-humanos, e reinsere mordacidade na trama.

  • Partindo com criatividade, uma versão bem original sobre Deus e a existência do homem em geral - saber a hora da morte seria o fim ! Fica cada vez mais fumado, quando a insanidade toma conta de vez, caindo até na idiotice - a trama do gorila é uma bosta.

  • Não funciona como comédia, tampouco em suas propostas de reflexão sobre livre arbítrio e destino. Daqueles casos em que o argumento inicial é bem maior do que a obra.

  • Filme hipsterzinho genérico e extremamente irritante que apela para todo tipo de clichê do subgênero, mas que não consegue nem ser raso como uma comédia idiota do Adam Sendler. Além de parecer ter efeitos especiais de filmes do Paul W S Anderson

  • É uma grande brincadeira, repleta de ironia e humor negro.Mas me parece indiscutível o fato de não ser um filme filosófico ou reflexivo. Apesar de todas suas discussões serem absolutamente superficiais, mesmo assim consegue ser um filme bastante agradável

  • É superficial na maioria das discussões em que se aventura, mas funciona - e bem - quando se propõe a ser uma ode ao ser humano, com todas suas imperfeições. Uma porralouquice que, embora irregular no todo, tem personagens e momentos de raríssima beleza.

  • Curioso e diferente, mas nao chega a ser memorável

  • Com muito humor, rebeldia, Dormael constrói um novo mundo, subverte as regras e contesta todas as convenções, lindo de ver e pra se discutir muito!

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