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6,5
Cineplayers
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Sua nota
Direção
Jaume Collet-Serra
Roteiro:
Byron Willinger (roteiro e argumento), Philip de Blasi (roteiro e argumento), Ryan Engle (roteiro)
Gênero:
Suspense, Drama
Origem:
Estados Unidos, França, Reino Unido
Estreia:
08/03/2018
Duração:
94 minutos

Michael MacCauley, um corretor seguros, foi despedido hoje. Para piorar seu dia, durante a volta para casa, uma mulher misteriosa senta ao seu lado no trem e lhe faz uma estranha proposta: ganhar 100mil dólares para marcar um passageiro sem maiores explicações.

Elenco

Liam Neeson
Michael MacCauley
Vera Farmiga
Joanna
Patrick Wilson
Tenente Alex Murphy
Sam Neill
Capitão David Hawthorne
Elizabeth McGovern
Karen MacCauley
Dean-Charles Chapman
Danny MacCauley
Jonathan Banks
Walt
Andy Nyman
Tony
Roland Møller
Jackson
Shazad Latif
Vince
Florence Pugh
Gwen
Clara Lago
Eva
Ella-Rae Smith
Sofia Prynne
Kobna Holdbrook-Smith
Oliver
Killian Scott
Dylan
Colin McFarlane
Sam, cobrador
Adam Nagaitis
Jimmy, cobrador
Kingsley Ben-Adir
Agente Garcia
Damson Idris
Agente Denys
Letitia Wright
Jules, a skatista

Lupas

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  • Uma grande lambança narrativa (sem novidades aqui, já que "Sem Escalas" é a mesma coisa) leva forçadamente o thriller e uma leve sensação de urgência goela abaixo do espectador. É ligeiramente divertido, mas abaixo do que foi feito para ser.

  • Sai-se bem se visto como um exercício de estilo (o plano-sequência da briga é um tour-de-force), mas a partir do 3o ato, quando o roteiro começa a se explicar demais, o filme literalmente descarrila de vez. Neill, Farmiga e Wilson pra lá de desperdiçados.

  • Poucos diretores são tão eficientes na construção de thrillers comerciais quanto Collet-Serra. Sua mais recente parceria com Neeson mantém o bom nível, até ousando em alguns momentos (a cena da briga sem cortes). Exagera no terceiro ato, mas diverte bem.

  • Jaume Collet-Serra é um diretor que sabe entregar o arroz e feijão básico e que diverte. Quando tem um enredo rocambolesco desses bem viajados o pacote fica completo. O Passageiro é o eficiente mais do mesmo que só o cinema pipoca americano sabe fazer.

  • Há mesmo algo de buscar um último sopro de cooperação nos filmes de Serra. Suas narrativas podem receber apreços pela pressurização da dúvida ou pelas situações-limite, mas valem mais por esses momentos estanques de multiplicação da responsabilidade.

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