Saltar para o conteúdo
Direção
Aki Kaurismäki
Roteiro:
Aki Kaurismäki (escritor)
Gênero:
Comédia, Documentário
Origem:
Alemanha, França, Finlândia
Estreia:
02/03/2012
Duração:
103 minutos
Prêmios:
64° Festival de Cannes - 2011

Marcel Marx é um escritor boêmio que decide se exilar na cidade de Havre, onde passa seu tempo como engraxate. Mas tudo pode mudar em sua pacata vida quando acaba conhecendo uma criança negra e pobre que acaba de fugir da África.

Elenco

Jean-Pierre Léaud
Informante
Kati Outinen
Arletty
Jean-Pierre Darroussin
Monet
André Wilms
Marcel Marx
Evelyne Didi
Yvette
Elina Salo
Claire
Blondin Miguel
Idrissa
Laika
Laika
Quoc Dung Nguyen
Chang
Patrick Bonnel
O diretor do centro

Lupas

Faça login para dar uma nota e uma lupa.

  • O minimalismo da cenografia, a iluminação centrada em um elemento do quadro, a interpretação robótica, e o humor bizarro: todo o cinema de Kaurismäki está em "O Porto". Para o meu gosto, contudo, o estilo me afasta da obra e a sensação geral é de frieza.

  • Kaurismäki toca em temas delicados sem que para isso precise perder o bom humor, compondo uma encenação bem peculiar. Como destaca a crítica de Rafael Ciccarini, um filme que vive entre Robert Bresson e Jacques Tati com uma leveza encantadora.

  • Há uma atmosfera bastante particular construída por Kaurismäki, em uma espécie de comédia contida, mas a história simplesmente não funciona - não há desenvolvimento na relação entre os personagens, o que faz tudo soar vazio e desinteressante.

  • Valeu a tentativa.

  • Um dos melhores cineastas europeus em atividade, Aki Kaurismäki oferece uma bela fábula dotada de humanismo e fatias finas de ironia agridoce.

  • Surpreende quem conhece o cinema de kaurismaki. Um pouco menos frio, menos distante de seus personagens e com muitos diálogos dada a característica do finlandês. Mas seu tom irônico se faz presente e nos faz lembrar que é sempre possível fantasiar a reali

  • Sem muita novidade, mas de maneira sensível, o roteiro levanta o problema da imigração ilegal, principalmente dos refugiados de guerra, enaltecendo, ao mesmo tempo, a solidariedade que ainda há entre as pessoas. Destaque para as boas atuações.

  • Le Havre é muito bonito, tanto em seu visual minimalista quanto em sua história; vai além, e traz o tema (imigração ilegal) com bastante força, discutindo solidariedade e cooperação num mundo em que o contrário disto - infelizmente - predomina.

  • Kaurismäki se utiliza de um humor bastante contido para tratar entre outros temas, da crise imigratória que vivemos. É interessante também como é mostrado o altruísmo, mesmo que tardio e com certa frieza.

  • Kaurismäki pega só a essência de seu estilo bobo e vaidoso pra fazer esse filme 'na medida certa'. Do tipo que as grandes platéias vão adorar gostar.

  • É uma tradição de proscênio, de teatro, que vem do cinema mudo (aliás, nestes tempos de O Artista, vale procurar o filme mudo e preto-e-branco de Kaurismaki, Juha, de 1999, que é muito melhor que o vencedor do Oscar) e que casa bem com a perplexidade.

  • 16/08/12 -O filme retrata a imigração ilegal, um tema tão delicado mas que é mostrada de maneira bem humorada e sensível por Kaurismaki. A trilha-sonora eclética e de muito bom gosto passeia do tango ao rock.

Comentários (0)

Faça login para comentar.