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Drama Ação Aventura Fantasia

Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, O

(Lord of the Rings: The Return of the King, The, 2003)
8,4
Cineplayers
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8,9
Usuários
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?
Sua nota
Direção
Peter Jackson
Roteiro:
Fran Walsh (roteiro), J.R.R. Tolkien (romance), Philippa Boyens (roteiro), Peter Jackson (roteiro)
Gênero:
Drama, Ação, Aventura, Fantasia
Origem:
Estados Unidos, Nova Zelândia
Duração:
201 minutos
Prêmios:
61° Globo de Ouro - 2004, 76° Oscar - 2004

Parte final da trilogia épica dirigida por Peter Jackson, venceu 11 Oscar e igualou-se a Titanic como maior vencedor de todos os tempos no ano de seu lançamento. As hordas de Sauron atacam o mundo dos homens com todas as suas forças, e parece que apenas um milagre - ou a improvável destruição do Um Anel por Frodo e Sam - trarão a paz à Terra-Média.

Elenco

Hugo Weaving
Elrond
Miranda Otto
Eowyn
Viggo Mortensen
Aragorn
John Rhys-Davies
Gimli
Billy Boyd
Pippin
Orlando Bloom
Legolas
Cate Blanchett
Galadriel
Liv Tyler
Arwen
Ian McKellen
Gandalf
Ian Holm
Bilbo Bolseiro
Sean Astin
Sam
Elijah Wood
Frodo Bolseiro
Andy Serkis
Gollum/Smeagol
Dominic Monaghan
Merry
Sean Bean
Boromir
David Wenham
Faramir
Bernard Hill
Théoden
John Noble
Denethor
Sala Baker
Sauron
Karl Urban
Éomer

Críticas

Lupas

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  • Um trunfo em todos os sentidos. O encerramento da primeira trilogia é impactante, emotivo, poético e dono de uma grandiosidade poucas vezes imaginada. É um filme para ser reverenciado por anos. Palmas para o êxito sobrenatural de Peter Jackson.

  • Surpresa bastante positiva, dada a falta de emoção dos dois primeiros filmes, e o único da trilogia que chega perto de cumprir com a proposta de oferecer uma grande aventura e fantasia, daquelas que empolgam e ficam guardadas na memória.

  • Show de mágica de um truque só que depois de três filmes já estava chegando no limite do suportável. Fantasia medieval batida no liquidificador para descer mais fácil, vertida em ação repetitiva que de fantasiosa não tem nada.

  • Eis o ponto alto da melhor trilogia do Cinema, correspondendo às expectativas com fiel adaptação, direção impecável e, como resultado de todos os outros magníficos aspectos técnicos, uma incrível batalha final, das maiores já produzidas pela indústria.

  • Definiu parâmetros quase que inatingíveis para o cinema de ação, de fantasia e de efeitos especiais. Além do que faz jus à obra-prima de Tolkien, um dos grande livros do século XX.

  • A trilogia se encerra com cenas de ação melhores que antes (Legolas no Olifante), e apesar da vagarosidade de Frodo (que pouco fez até ali), foi linda a história de amizade incondicional de Sam. De forma que o final, pelo menos, foi um pouco emocionante.

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