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7,5
Cineplayers
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Sua nota
Direção
Lars von Trier
Roteiro:
Lars von Trier (escrito por), Peter Asmussen (co-escrito por), David Pirie (não creditado)
Gênero:
Drama
Origem:
Dinamarca, Escócia
Duração:
159 minutos
Prêmios:
54° Globo de Ouro - 1997, 69° Oscar - 1997, 49° Festival de Cannes - 1996

Bess é uma jovem com problemas mentais que mora num vilarejo na Escócia, e acaba de se casar. A família não conhece o homem, mas tem esperanças de que ele possa acalmar os surtos dela; porém, ela se apaixona loucamente por ele. Durante umas semanas de ausência do rapaz nas plataformas de petróleo, ela pede a Deus que ele volte logo, o que de fato acontece, devido à um acidente que o deixa paraplégico. Sentindo-se culpada, Bess se entrega ao marido e a qualquer coisa que o faça melhorar, porém, seu desejo é de que ela durma com outros homens.

Elenco

Emily Watson
Bess McNeill
Stellan Skarsgård
Jan Nyman
Katrin Cartlidge
Dodo McNeill
Jean-Marc Barr
Terry
Adrian Rawlins
Dr. Richardson
Jonathan Hackett
Padre
Sandra Voe
Mãe
Udo Kier
O Marinheiro Sádico
Mikkel Gaup
Pits
Roef Ragas
Pim

Lupas

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  • Um filme que contém uma cena com crianças apedrejando uma mulher adultera na frente de uma igreja, por si só vale a pena ser assistido. Mas Lars Von Trier vai muito além de polémicas e apresenta uma densa historia com interpretações explendidas.Imperdivel

  • Trier ainda verde,mas já destilando sua maldade. É um diretor de atores (principalmente mulheres) muito habilidoso,seus personagens são sempre viscerais. A cena final é espetacular e surpreende.

  • O ponto de virada na carreira de Trier, quando ele abraça de vez a perspectiva feminina no protagonismo, Ondas tem traços do Dogma 95 sobre uma sociedade sufocada pelo dogma religioso e até onde a loucura humana pode nos levar.

  • O machismo (destaque para a mulher-objeto), a religião e seus dogmas, o amor e o conservadorismo se fazem presentes nesse bom filme vontrieriano. Porém, aqui há os mesmos tiques do diretor, com personagens infantis, maniqueísmo e muito exibicionismo.

  • O filme na cabeça dos fãs bobos: uma obra-prima que só os inteligentes apreciam. O filme real: lado B, pobre, imagem ruim, precário, sem edição, roteiro mal trabalhado, chato e estranho. A única coisa boa é o ator Stella Skarsgard. Genius, DVD, 27-10-2017

  • Gostei,apesar dos maneirismos típicos de Trier.

  • Exagerado e pretensioso, mas um bom filme.

  • Com um roteiro pontuado por sadismo, crueldade e iconoclastia, cabia a Watson o desafio de humanizar Bess, e cada olhar e fala seus transmitem a certeza de que a missão foi cumprida com louvor. Beleza e dureza aqui são mais que uma rima.

  • A obra prima do Dogma 95, na forma e no conteúdo. Trier pegou Turks Fruits, aprofundou, e levantou questões profundas em relação à moral religiosa, vício e virtude num personagem feminino maravilhoso, genial em sua ingenuidade.

  • A bondade corrompida pela maldade repulsiva do ser humano é a visão que Trier quer nos passar. Muito bom!

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