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3,9
Cineplayers
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Usuários
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Sua nota
Direção
Alexander Payne
Roteiro:
Alexander Payne (roteiro), Jim Taylor (roteiro)
Gênero:
Ficção Científica, Drama, Comédia
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
22/02/2018
Duração:
135 minutos
Prêmios:
75° Globo de Ouro - 2018

Sátira social onde pessoas têm a possibilidade de se miniaturizar para viverem em comunidades menores (literalmente) e terem menos gastos. Um homem de Omaha, então, aceita que, se ele passar por esse processo, ele levará uma vida melhor.

Elenco

Matt Damon
Paul Safranek
Hong Chau
Ngoc Lan Tran
Kristen Wiig
Audrey Safranek
Christoph Waltz
Dusan Mirković
Udo Kier
Joris Konrad
Jason Sudeikis
Dave Johnson
Maribeth Monroe
Carol Johnson
Rolf Lassgård
Dr. Jorgen Asbjørnsen
Ingjerd Egeberg
Anne-Helene Asbjørnsen
Margareta Pettersson
Solveig Edvardsen
Cameron Geddes
Pequeno Ronni
Jayne Houdyshell
Mãe de Paul
Neil Patrick Harris
Jeff Lonowski
Laura Dern
Laura Lonowski
Kerri Kenney
Kristen
Søren Pilmark
Dr. Andreas Jacobsen
Joaquim de Almeida
Dr. Oswaldo Pereira
Pepe Serna
Señor Cárdenas
Rose Bianco
Gladys
Margo Martindale
Mulher miniaturizada no ônibus

Lupas

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  • Uma obra de grande profundidade dá lugar a um apanhado de gags fáceis, para riso e "reflexão" das grandes plateias, fazendo um estranho híbrido de auto-ajuda com episódio nada inspirado dos Trapalhões. Sai da escuridão, Payne!

  • Um pequeno grande erro do costumeiramente muito bom Alexander Payne, que desperdiça uma ótima premissa (até que bem desenvolvida no primeiro ato) transformando-a num material pseudo-ambientalista totalmente sem rumos.

  • Incrível como a boa e divertida premissa é arruinada por Payne e Taylor, que claramente não sabem para onde levar a história. O resultado é uma bagunça sem foco, que desperdiça seu potencial narrativo para virar uma bobagem panfletária sem sentido.

  • Difícil dizer o que é pior: a direção preguiçosa, o desperdício do elenco (Damon perdido e Wigg sem função), a falta de graça da 1a metade, ou a bizarra mensagem ambientalista da 2a. Payne, em seu pior filme de longe, atirou em Kaufman e acertou em Crowe.

  • Um pequeno grande erro do costumeiramente muito bom Alexander Payne, que desperdiça uma ótima premissa (até que bem desenvolvida no primeiro ato) transformando-a num material pseudo-ambientalista totalmente sem rumos.

  • Se na primeira hora de filme Payne consegue desenvolver de forma satisfatória a sua interessante premissa, o que ele entrega em seguida é algo sem qualquer foco narrativo, com personagens superficiais e situações embaraçosas. Facilmente seu pior trabalho.

  • Payne constrói um bom primeiro ato, mas depois faz seu filme desmoronar na bagunça que vira o roteiro. Nem o bom trabalho de elenco salva (Damon, Waltz e Hong Chau se destacam).

  • O curioso argumento é super bem construído, nos prendendo e provocando profundas reflexões acerca do futuro da humanidade e de nossas condições existenciais.

  • Críticas sociais óbvias com um humor bem bobo, se bem que seria bem mais interessante se fosse tudo uma grande comédia pastelão. Tantas boas intenções juntas no cinema não costuma dar boa coisa, não parece dirigido por Payne, mas por Bono Vox.

  • Criativo e original, mais uma ótima história humanista de Payne, autor sensível e com personagens amplos. Excelentes pontas. Hong Chau arregaça como uma perneta de fé, de alma grande, fazendo da razão de sua existência ajudar na existência dos outros.

  • Adoro Alexander Payne, seu cinema é sempre uma grata surpresa, e também é muito louvável que tenha lançado este filme como uma "comédia para bêbados" e tenha entregado um filme crítico e bizarro, o problema é que faltou filme após 20 ou 30 minutos.

  • A primeira metade, apesar de didática, funciona melhor que a segunda, que já não conta mais com Wiig. O desfile de coadjuvantes também é bola fora, especialmente um repetitivo Waltz, enquanto Damon ratifica seu carisma e talento para tipos comuns.

  • A premissa é interessante e tem boa execução. Embora com personagens superficiais e às vezes impenetráveis, a construção do mundo é instigante, divertida, mas desconfortante. Só não é claro nas suas pretensões, embora as críticas sejam óbvias. Contradição

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