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7,2
Cineplayers
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Sua nota
Direção
Marco Dutra
Roteiro:
Marco Dutra (roteiro), Lourenço Mutarelli (romance), Gabriela Amaral (roteiro)
Gênero:
Suspense, Drama
Origem:
Brasil
Estreia:
31/01/2014
Duração:
108 minutos

Júnior volta a morar com a família depois que perdeu o emprego e se separou da esposa. Ao chegar na casa que um dia já fora seu lar, ele se sente um estranho e passa seus dias no sofá do velho Sênior remoendo a separação, o desemprego e sonhando com a jovem inquilina Bruna. Após achar alguns objetos que pertenciam à sua mãe, Júnior passa a querer saber tudo sobre a história da família e desenvolve uma estranha obsessão pelo passado, passando a confundir delírio e realidade.

Elenco

Marat Descartes
Júnior
Antônio Fagundes
Sênior
Sandy Leah
Bruna
Gilda Nomacce
Miranda
Helena Albergaria
Olga
Kiko Bertholini
Pedro
Tuna Dwek
Lurdinha
Rony Koren
Paulinho
Carlos Albergaria
Júnior (criança)
Marc Libeskind
Pedro (criança)
Lourenço Mutarelli
Donato
Sabrina Greve
Márcia
Lilian Blanc
Enfermeira
Eduardo Gomes
Pa-Zuzu
Caetano Gotardo
Silmar
Rosana Dutra
Tia

Lupas

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  • Vale a pena assistir, assim como Trabalhar Cansa, este aqui também é perturbador. Mas acho que falta uma mão mais pesada para M Dutra, talvez uma visita à D Lynch fizesse bem.

  • Uma historio nova, personagens bons. Devo adimitkr que me surpreendi com o filme no cinema brasileiro de terror!

  • Um drama de atmosfera crescente que passeia pelas relações familiares e um pouco pela rotina dos personagens até chegar no horror psicológico (lembra O Iluminado) e no ocultismo onde muda de drama para terror reunindo elementos clássicos do gênero.Filmaço

  • Sem pressa, Dutra vai criando um clima de suspense entre realidade, pesadelos e flashbacks, culminando com um clímax dos mais interessantes e corajosos, de uma sutileza impressionante.

  • Mistura habilidosa de ocultismo num plano real.Utilizando a atualidade,um estranho 2013,marcado por objetos velhos ajudando a criar o clima de passado. Há sequências destacadas,climáticas,como o jantar,a benzeção e o ritual final - a toada marca.

  • Mesmo não tendo sustos (não que isso seja um defeito), Quando Eu Era Vivo consegue manter um clima claustrofóbico e de suspense para ninguém colocar defeito. É bom saber que o Brasil finalmente abriu espaço para esse tipo de cinema!

  • Grande exemplo de horror brasileiro que usa do baixo orçamento e estética independente para alcançar a pureza e os símbolos primários do gênero, usando do amedrontador mais mínimo e subjetivo sem quebrar com a realidade, encerrando-se num final místico.

  • Filme problemático, repleto de mistério e de uma carga extremamente pesada. Na realidade é disso que o cinema brasileiro precisa, experimentações ousadas, direção e condução firme, sem medo de ousar. Só poderia não existir a personagem da Sandy ali, né.

  • Fantasmas de um passado que insiste em reinar e não deixam a vida seguir, ecos de um além familiar e a sonoridade dócil e macabra de um horror que infesta discretamente o cotidiano.

  • Enredo nebuloso, não leva a nada, atuações medíocre de ANTONIO FAGUNDES, aliado a uma beleza enjoativa de SANDY LEAH, torna o filme um arrastão desesperador.

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