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7,8
Cineplayers
12 votos
8,2
Usuários
367 votos
?
Sua nota
Direção
Sidney Lumet
Roteiro:
Paddy Chayefsky (autor)
Gênero:
Drama
Origem:
Estados Unidos
Duração:
121 minutos
Prêmios:
49° Oscar - 1977, 34° Globo de Ouro - 1977

Apresentador de TV é demitido devido sua baixa audiência. Quando seu programa ainda estava no ar, ele anuncia a demissão e avisa que irá se matar durante o programa da semana que vem. Isso faz com que o público fique extremamente curioso a passe a elevar sua audiência às alturas, devidamente aproveitada pelos responsáveis do programa. Isso faz nascer um louco profeta, em uma das mais ácidas críticas ao modo de se fazer televisão no mundo. Vencedor de 4 Oscar: Melhor Ator (Peter Finch), Melhor Atriz (Faye Dunaway), Melhor Atriz Coadjuvante (Beatrice Straight) e Melhor Roteiro Original.

Elenco

Robert Duvall
Frank Hackett
William Holden
Max Schumacher
Faye Dunaway
Diana Christensen
Peter Finch
Howard Beale
Wesley Addy
Nelson Chaney
Ned Beatty
Arthur Jensen
Arthur Burghardt
Ahmed Kahn
Bill Burrows
Diretor de TV
Beatrice Straight
Louise Schumacher
Conchata Ferrell
Barbara Schlesinger
Darryl Hickman
Bill Herron
Lane Smith
Robert McDonough
Ken Kercheval
Merrill Grant
Andrew Duncan
Agente
Lee Richardson
Narrador (voz)

Lupas

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  • Um complexo de personagens perante a desesperada busca pela audiência, mesmo que isso ultrapasse qualquer barreira de moralidade ou ética. Mas mais do que isso, é um filme de como os seres humanos são passivos e suscetíveis aos programas de TV.

  • Parafraseando o meme ... se soubéssemos o que acontece nos bastidores das grandes corporações de comunicação, ficaríamos enojados! Sagaz crítica ao sensacionalismo midiático. Poderia ter explorado mais momentos de tensão e menos na relação Holden/Dunaway.

  • Não discute ética como Ace in the Hole, nem tem a contundência (principalmente gráfica) de Videodrome, mas se mantém igualmente relevante e atemporal. Grande filme, que acerta mesmo quando dizem errar, como em sua autoconsciente histeria.

  • Fantástico em sua sátira/crítica à imbecilização promovida pelos meios de comunicação, com discursos certeiros e diálogos afiados entregues por grandes atores. Há momentos desnecessários, como a relação entre Holden e Dunaway, mas segue um grande filme.

  • Uma sátira bem bolada com a estupidez da televisão, onde o show, a audiêcia, e o sensacionalismo vem em primeiro lugar! Mas no fundo eles só ofertam o que o público quer, esse sim o verdadeiro problema! Público formado por consumistas, egoistas, parasitas

  • Um inteligente retrato satírico do poder das televisões, da busca do sucesso a qualquer preço e da passividade da sociedade diante disso. O roteiro é afiado, equilibrando humor e drama, e o elenco, impecável, com todos tendo momentos de brilho.

  • Um homem escreveu esse filme sozinho e não recebeu o Nobel por isso. Um sério absurdo.

  • Um filme de grandiosidade esplêndida. A crítica proposta é muito mais profunda do que aparenta ser, mas aos olhos de quem consome o exercicio de futilidade praticado pela TV é quase inútil, porém ao jornalismo é uma realidade a ser encarada.

  • Tive que assistir duas vezes para dar minha nota... E assistiria mais 3, 4, 5 vezes, com o maior prazer. É um prazer ver esse filme.

  • Tem uns excessos que incomodam e o tom de exagero não funciona o tempo todo, mas a crítica a TV e a desumanização é valida e atual, além de ser apresentada de maneira deliciosa. Uma diversão gostosa e pensante.

  • Técnica: 9.5 Ciência: 9.5 Arte: 10 Total: 9.66

  • Por vezes, lunático. Enfraquece depois da metade, quando perde parte de seu brilhantismo, mas possui diálogos inteligentes e traz críticas interessantes - obsessão por audiência, sociedade alienada (?), subordinação na mídia. Um show de atuações à parte.

  • Por que será que nunca ouvi falar desse filme na TV aberta? Todos deveriam assisti-lo, mas infelizmente grande parte da população ainda prefere consumir esse produto podre chamado televisão. Ótima crítica de Lumet.

  • Por horas excessivamente teatral (qualquer discussão é motivo para gritos e 'shows'), mesmo que as atuações em si sejam eficazes. Da metade pro final cai drasticamente, apesar de sua crítica permanecer intacta.

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