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7,8
Cineplayers
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Sua nota
Direção
Alfonso Cuarón
Roteiro:
Alfonso Cuarón
Gênero:
Drama
Origem:
Estados Unidos, México
Duração:
135 minutos
Prêmios:
76° Globo de Ouro - 2019, 91° Oscar - 2019

Uma história que narra um ano na vida de uma família de classe média na Cidade do México no início dos anos 70.

Elenco

Yalitza Aparicio
Cleo
Marina de Tavira
Sra. Sofia
Diego Cortina Autrey
Toño
Carlos Peralta
Paco
Marco Graf
Pepe
Daniela Demesa
Sofi
Nancy García García
Adela
Verónica García
Sra. Teresa
Andy Cortés
Ignacio
Fernando Grediaga
Sr. Antonio
Jorge Antonio Guerrero
Fermín
José Manuel Guerrero Mendoza
Ramón
Latin Lover
Professor Zovek
Zarela Lizbeth Chinolla Arellano
Dra. Velez
José Luis López Gómez
Pediatra

Lupas

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  • Um filme lotado de conflitos: simples e complexo, ricos e pobres, futuro e a falta de. Lindo visualmente, bem pensado como um todo e com a cena de parto mais chocante que já vi. Linda crônica sobre a vida e para a vida.

  • Poderosa obra autoral e intimista, contada com tocante sobriedade, sem desejar ser profundamente ideológica, mas cheia de princípios e concepções sobre afeto, faltas, perdas e relações entre pessoas e os espaços os quais convivem.

  • O senso insuperável de enquadramento de Cuarón entrelaça figura e fundo de uma maneira que é potencializa a força dessa crônica sobre opressão social e resiliência, com um resultado final muito forte e muito humano.

  • Cuarón transforma a singela vida de Cleo numa narrativa concomitantemente intimista e monumental, nos fazendo imergir com naturalidade nos dramas e dilemas das personagens. Uma obra aprazível e terna. A destacar ainda a belíssima direção de fotografia.

  • Cuaron parte de memórias idealizadas de infância pra falar do seu México natal, da diferença de classes sociais, e de maternidade, tudo construído por meio de elegantes panorâmicas e travellings laterais. Lembra muito "Que Horas Ela Volta?". Belo filme.

  • Após a virtuose de "Gravidade", Cuarón aposta em uma obra íntima e singela, mantendo sua câmera como espectadora da vida real. O resultado é humano, tocante e de uma veracidade absurda, apresentando ainda duas das melhores cenas do ano (hospital e praia).

  • A primeira metade (talvez só o primeiro terço) é difícil de acompanhar, até porque o cinema brasileiro tem filmes sociais tão interessantes quanto (ainda mais se for sobre domésticas). Mas a excelência técnica e artística de Cuarón faz funcionar no final.

  • Visual e sonoramente instigante e imersivo, mas raso, arquetípico e óbvio em tudo que retrata - um contrassenso, tendo em vista ser um filme alegadamente tão pessoal pro cineasta. Aborda muita coisa, mas não diz nada.

  • Vidas mediadas por soluções difíceis, sob a ótica de um diretor preocupado até com os pequenos detalhes. O resultado é uma obra que valoriza a vida, as mulheres e toda construção com base na sociedade matriarcal do México nos anos 70.

  • Uma espécie de 'Que Horas Ela Volta' do Cuarón... mas a personagem é uma "não-personagem" e sua condição - a partir da visão do Cuarón - é o que acaba a definindo

  • Um tanto longo demais e cansativo em vários momentos. E também o roteiro é meio fraco, mas Roma é um bom filme principalmente pela parte técnica e a ótima direção de Cuarón. Bom filme, mas poderia ter sido melhor.

  • Simplicidade e virtuosidade técnica andam lado a lado. No entanto, é mais longo do que deveria e isso diminui a força de certas cenas. O subtexto de perda da intimidade e de entrega e dependência do outro é bem retratado.

  • Roma é um filme raso, supostamente pessoal, onde só é possível saber que se trata de um filme pessoal graças ao título e à referência à Fellini, já que Cuarón parece se excluir de seu próprio conto, e o observa apenas de forma distante.

  • Que Horas Ela Volta? versão Sebastião Salgado.

  • Quando há convergência no conflito entre patroa e empregada. Cuáron está absurdamente excelente na direção.

  • O Senso comum das filmagens sociológicas que abusam da solenidade combinando beleza fotográfica e maneirismos no manejo da câmera. Há um distanciamento autoral gigantesco, mas não é ruim. Aqui um Que Horas ela Volta? menos manhoso e mais belo.

  • O projeto mais autoral e íntimo de Cuarón até então, com passagens de emoção e beleza genuínas e uma formidável atuação de Aparicio, a verdadeira dona da história. Os planos de abertura e encerramento são altamente significativos.

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