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7,9
Cineplayers
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Sua nota
Direção
Howard Hawks, Richard Rosson
Roteiro:
Armitage Trail (romance), Ben Hecht (roteiro), Fred Pasley (adaptação), Seton I. Miller (diálogo), John Lee Mahin (diálogo), W.R. Burnett (diálogo), Howard Hawks (não-creditado)
Gênero:
Drama, Policial
Origem:
Estados Unidos
Duração:
93 minutos

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Big Louis Costillo, o último dos gângters à moda antiga, desaparece, e seu guarda-costas Tony Camonte é levado em custódia. Como o corpo nunca apareceu, a polícia acaba soltando Tony, embora haja grandes suspeitas que Johnny Loro pagou a ele para acabar com Big Louis. Aos poucos, Tony vai montando seu Império, trazendo preocupações a Johnny.

Elenco

George Raft
Guino Rinaldo
Boris Karloff
Gaffney
Paul Muni
Antonio 'Tony' Camonte
Ann Dvorak
Francesca 'Cesca' Camonte
Karen Morley
Poppy
Osgood Perkins
John 'Johnny' Lovo
C. Henry Gordon
Inspetor Ben Guarino
Vince Barnett
Angelo
Purnell Pratt
Sr. Garston, editor
Tully Marshall
editor de gestão
Inez Palange
Sra. Camonte
Edwin Maxwell
Chefe dos Detetives
Francis Ford
Carcereiro
Eugenie Besserer
Membro da Associação de Cidadãos
Douglas Walton
Namorado de Cesca
Pedro Regas
Tony

Lupas

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  • Toda a sequência final já valeria o status que o filme atingiu. Os diodos brilhantes proclamando "The World is Yours" é uma das coisas mais perfeitas do cinema americano.

  • Talvez fosse melhor deixar pela conta do próprio espectador perceber a denuncia, mas a mensagem logo de cara não atrapalha em nada, até por que ao longo do filme ela se faz eficaz. E Paul Muni esta genial.

  • O desenvolvimento dos personagens se dá de forma açodada e superficial. Paul Muni não tem uma atuação que se possa chamar de inspirada e o final tem uns diálogos particularmente patéticos. É, sem dúvida, bastante inferior à versão de Brian de Palma.

  • O "timing" de Hawks é fantástico; difícil acreditar que este filme foi feito em 32, pois estava muito à frente de sua época. As cenas da perseguição de carros são simplesmente impressionantes. Um dos melhores filmes do cineasta.

  • Não envelheceu muito bem, ainda que tenha personagens interessantes e um certo ritmo agradável, não classifico Scarface como uma obra inesquecível do cinema de gangster. Paul Muni está eficiente, mas não ao nível de O Fugitivo e nem ao nível de Al Pacino.

  • Muito parecido com Inimigo Público, qualidades e falhas parecidas, mas sem Cagney.

  • Howard Hawks e Paul Muni chutam bundas

  • Exaltar as inúmeras qualidades do roteiro seria como chover no molhado (que filme muito à frente de seu tempo!). Porém, mesmo assim, ainda há um "quê" de diamante bruto aqui - o qual viria a ser dilapidado extraordinariamente muitos anos mais tarde.

  • Épico da violência, "Scarface" é uma vertiginosa queda no lado mais sujo do sonho americano. Para isso, Howard Hawks não se furtou em realizar um filme brutal, ousado, ofensivo; um banquete para quem quer conhecer a praga do homem e o fedor do submundo.

  • Envelheceu um pouco pela ingenuidade do mundo gangster, mas que foi importante para a estética do gênero. Paul Muni merece destaque. O lance dos "X motifs" espalhados foi genial. Uma boa direção do Hawks e sem o excesso de diálogo que ele viria a ter.

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