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7,4
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Sua nota
Direção
Juan Antonio Bayona
Roteiro:
Patrick Ness
Gênero:
Drama, Fantasia
Origem:
Estados Unidos, Espanha
Estreia:
05/01/2017
Duração:
108 minutos

Connor é um garoto que está passando por uma fase muito complicada: a mãe está com câncer, a avó não gosta muito dele, seu pai é ausente e os colegas de escola não o deixam em paz. Seu único amigo é um monstro-árvore com quem se encontra todas as noites para trocar histórias.

Elenco

Felicity Jones
Mãe
Toby Kebbell
Pai
Liam Neeson
O Monstro
Sigourney Weaver
Avó
Geraldine Chaplin
Lewis MacDougall
Connor
Jennifer Lim
Sra. Kwan
Frida Palsson
Mãe de Lily
James Melville
Harry
Lily-Rose Aslandogdu
Lily
Ben Moor
Sr. Clark
Max Gabbay
Steven
Joe Curtis
Peter
Dominic Boyle
Anton
Oliver Steer
Sully
Morgan Symes
Advogado

Lupas

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  • Quatro histórias fantásticas, as pessoas são boas e ruim, um cadiquim de cada poção... árvore do teixo, legal... como as crianças podem ser tão más, adolescentes, a dor da doença de nome feio... Espécie do mês – O Teixo, a Árvore da Vida e da Morte...

  • Premissa nada original, mas bem explorada. Possui momentos imaturos, mas é um filme inspirado mesmo com clichês.

  • O uso da imaginação infantil para fugas da realidade não é nenhuma novidade, aqui essa realidade está bem difícil (mãe doente, pai ausente, avó sem afeto, problemas na escola) e os contos do monstro se mostram razoáveis.

  • Muito Bom

  • J. A. Bayona merece os parabéns por dar vida ao mais novo clássico de aventura da atualidade; que ainda engloba assuntos de suma importância como a morte, família, as responsabilidades de crescer, etc.

  • Há um cuidado evidente na construção da solidão e confusão do personagem principal, e o monstro é uma metáfora batida, porém eficaz aqui. Infelizmente, não consegui me envolver com o personagem, o que tornou a experiência menos memorável.

  • Grata surpresa este que é até agora o melhor filme do Bayona. Admito que fui surpreendido pela tal quarta história, uma vez que esperava uma resolução muito mais óbvia. O uso da figura do Liam Neeson e o epílogo trazem ainda mais densidade ao conjunto.

  • estéticamente maravilhoso, direção impecavel (ainda que clássica), apesar de soar um tanto melodramático as vezes e menos intrincado do que poderia ser nas relações metafóricas que estabelece.

  • É irônico (e frustrante) que um filme que compreende as zonas cinzas da natureza e do sentimento humanos se esforce tanto para dar lições de moral, abusando do didatismo a todo instante. Bom filme, mas fica a sensação de potencial desperdiçado.

  • Carrega o fardo de um visual fantástico já comum aos nossos olhos e uma trama dramática em que já antevemos a conclusão. Mas tem um poder e controle na narrativa admirável, sem ser apelativo e desafiando o espectador a expandir a interpretação de tudo.

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