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7,7
Cineplayers
15 votos
7,8
Usuários
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Sua nota
Direção
Martin Scorsese
Roteiro:
Martin Scorsese (roteiro), Jay Cocks (roteiro), Shusaku Endo (romance)
Gênero:
Drama, Histórico
Origem:
Estados Unidos, Taiwan
Estreia:
09/03/2017
Duração:
161 minutos
Prêmios:
89° Oscar - 2017

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No século XVII, dois padres jesuítas, Rodrigues e Garupe, viajam ao Japão a fim de localizar seu mentor Padre Ferreira, que dizem ter morrido enquanto vivia no Japão disseminando o cristianismo. Baseado no romance de Shusaku Endo.

Elenco

Andrew Garfield
Padre Sebastião Rodrigues
Adam Driver
Padre Francisco Garupe
Liam Neeson
Padre Cristóvão Ferreira
Ciarán Hinds
Padre Alessandro Valignano
Yôsuke Kubozuka
Kichijiro
Tadanobu Asano
Intérprete
Issei Ogata
Inoue Masashige
Shinya Tsukamoto
Mokichi
Yoshi Oida
Ichizo
Miho Harita
Tomi, esposa de Ichizo
Ryo Kase
João / Chokichi
Nana Komatsu
Mônica / Haru
Hako Ohshima
Kiku, prisioneiro
Shi Liang
Sr. Chun
Michié
Mitsu
Kansai Eto
Mosuke, velho de Goto
Béla Baptiste
Dieter Albrecht
Asuka Kurosawa
Esposa de Rodrigues
Katsuo Nakamura
Sacerdote Budista
Shun Sugata
Comandante dos samurais de Inoue

Lupas

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  • Sem tendencionismos, Scorsese fala sobre a fé (a sua e a nossa) e dá espaço para a dubiedade em um rígido exercício de imagens e explanação, claramente feito por um apaixonado e sua paixão em um dos trabalhos mais dominantes deste ano.

  • Scorsese, com sua classe de sempre, cria um filme preciso sobre crença x mundo que nos rodeia e lotado de imagens inesquecíveis. O silêncio no cinema sempre teve um poder gigantesco, servindo então como ferramenta interna para a vida... Coisa linda.

  • Scorsese inspirado em suas imagens analisa a fé sobre duas perspectivas - o seu lado nobre e o seu lado nocivo, o seu resultado edificante e o seu resultado devastador, seu limite entre o racional e o emocional.Talvez seu maior filme desde Cassino.

  • Scorsese entrega um poético épico histórico sobre a interessante e pouco retratada perseguição aos cristãos no Japão feudal. Tecnicamente impecável, porém, peca no ritmo (poderia ser mais conciso). Um belo drama sobre Fé e abjuração. Garfield está ótimo!

  • Scorsese entrega um filme exigente, mas de muita força, sobre dúvida e fé, que faz a plateia sentir as angústias do protagonista. Há belíssimos momentos, embora a narrativa (especialmente na primeira metade) seja um pouco repetitiva, arrastando o ritmo.

  • Scorsese aborta o estilo feérico e, coerente com o tema, adota um tom solene pra falar da ausência de Deus. A redundância do 1o ato e a visão caricatural dos japoneses é salva por uma 2a parte mais ritmada e menos contemplativa. Bom, mas desequilibrado.

  • O retorno de Scorsese a um filme que faça jus a sua cinefilia é um alívio. A composição dos quadros, a presença do sagrado, a narrativa em forma de via crucis: tudo se torna vivo demais num filme que, ainda que um tanto longo, tem peso dramático tocante.

  • Esbarrando em um primeiro ato redundante ao extremo e em vilões no limite do unidimensional, Scorsese filma uma obra reverente sobre o pilar mais elementar do cristianismo, o martírio. Quase uma expiação após o bacanal que foi O Lobo de Wall Street.

  • Engraçado que um flop comercial é mais belo e autêntico do que os últimos filmes do Scorsese. Mas o mercado é assim mesmo - Silêncio é poesia pura, e deve ser descoberto por um público interessado no decorrer dos anos.

  • Uma investigação dos caminhos da fé, suas consequências, dúvidas e mecanismos. Martin Scorsese não trabalha com maniqueísmos, não é bem versus mal, mas aquele terreno cinza onde a natureza humana habita. Um filme bem maduro e consistente do diretor.

  • Um tour de force riquíssimo sobre imperialismo cultural, fé, religião institucional e sentimento religioso. Deus, se existe, não é digno dos seus fiéis. Que filmaço.

  • Scorsese consegue ser imparcial, em seu filme até os que parecem mais "fervorosos", no fim preferem salvar a si mesmo. Belo filme na composição e na mensagem.

  • Scorsese assume o B.O de filmar esse grande romance e retratar esse momento riquíssimo da nossa História, e não afina! Entrega um retrato consistente de ambas as culturas, impondo uma ótica mais ocidental, e aprofunda muito bem na reflexão sobre a fé.

  • Scorcese toca num ponto bem delicado. O que é verdade e o que não é? Como há duas verdades se não existem "as", mas apenas uma? O problema de tudo, sempre, está no homem, afinal de contas. A escassez de música e a crueza do sofrimento dão o toque final.

  • Religião e fé tomam conta desse novo trabalho de Scorsese, temas já recorrentes em sua filmografia. Drama fervoroso, sem os tantos artifícios que vinha utilizando em trabalhos recentes.

  • Razoável

  • Por mais religioso que Scorsese seja, aqui o diretor não se preocupa em exaltar sua visão, pelo contrário, mostra com maestria todas as incertezas que afligem pessoas assim. Garfield na melhor atuação de sua carreira e uma linda fotografia completam.

  • O mestre nos propõe decodificar cena por cena, e ao mesmo tempo, por ironia, preservar simbologias e suas cadências numa história tão forte quanto seu estilo sempre foi. Representante atual contra o lamento de 'não se fazem mais filmes como antigamente.'

  • Mentiroso e hipócrita mas ok, é cinema, se fosse bem contado e tivesse méritos internos não teria problemas. Mas não tem, é chato e interminável.

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