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7,5
Cineplayers
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Sua nota
Direção
Clint Eastwood
Roteiro:
Chris Kyle (livro), Jason Dean Hall (roteiro), Scott McEwen (livro), James Defelice (livro)
Gênero:
Guerra, Biografia, Ação
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
19/02/2015
Duração:
134 minutos
Prêmios:
87° Oscar - 2015

A trajetória de vida de Chris Kyle, um atirador de elite da Marinha dos Estados Unidos, responsável por mais de 150 mortes.

Elenco

Bradley Cooper
Chris Kyle
Sienna Miller
Taya Renae Kyle
Keir O'Donnell
Jeff Kyle
Luke Grimes
Marc Lee
Kyle Gallner
Winston
Leonard Roberts
Instrutor Rolle
Reynaldo Gallegos
Tony
Jake McDorman
Biggles
Sammy Sheik
Mustafa
Tim Griffin
Coronel Gronski
Brian Hallisay
Capitão Gillespie
Erik Aude
Thompson
Navid Negahban
Sheikh Al-Obodi
Mido Hamada
O Açougueiro
Sam Jaeger
Tenente Martin
Chance Kelly
Tenente-Coronel Jones
Robert Clotworthy
Médico
Marnette Patterson
Sarah
Kevin Lacz
Dauber
Cory Hardrict
Dandridge

Lupas

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  • Uma angustiante critica em tons de cinza à guerra pelo ponto de vista de um soldado que a enxerga em preto-no-branco. No mais, um grande filme!

  • Um homem texano que cresceu com a violência, estimulada pelo pai, matando animais ("sou melhor com corações batendo"), comprando um patriotismo cego estimulado pela mídia, e se torna uma máquina de matar, obcecado e viciado.

  • Um dos melhores filmes de guerra que já vi.

  • Tudo é meia boca aqui, parecendo que vai ser bem feito, mas não é: horror da guerra vs. patriotismo, montagem frenética vs. três semanas em 20 segundos, som de tiros vs. corneta fora de sincronia, locações vs. bebê fake. Uma peça publicitária esquisita.

  • Traçando um paralelo, é triste notar que um filme desses é ovacionado na maior premiação do mundo com 6 indicações enquanto Selma recebeu míseras 2. É aqui que vemos a inversão do papel do herói: agora ele não luta em prol de vidas, ele as tira.

  • Soa covarde ao apenas relatar a história e mostrar os efeitos da guerra sobre o indivíduo em alguns momentos, sempre superficialmente e sem questionamentos. Enxergar uma sátira ao patriotismo me parece um overseeing exagerado. Boa direção, no entanto.

  • Se rende a tudo aquilo que aparentava criticar na retratação de uma América conservadora, patriótica e islanofôbica. Ainda cai na velha temática dos efeitos psicológicos da guerra, quase nunca se questionando. Mais um Hurt Locket/Zero Dark Thirty

  • Se desconsiderarmos o excesso de patriotismo e um elenco de apoio muito fraco, não sobra lá muita coisa.

  • Prefere ficar no lugar comum de dar destaque ao combate - e diga-se de passagem, sem nenhum atrativo, pois as cenas são muito genéricas, nada do que já não tenha sido visto. Tem por positivo ser quase imparcial, mesmo sacrificando o impacto emocional.

  • Ótimo Filme

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