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8,3
Usuários
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Sua nota
Direção
Otto Preminger
Roteiro:
Allen Drury (romance), Wendell Mayes (roteiro)
Gênero:
Drama
Origem:
Estados Unidos
Duração:
139 minutos
Prêmios:
15° Festival de Cannes - 1962

Senado investiga o novo Secretário de Estado, nomeado recentemente pelo presidente, devido a um segredo do passado que pode não só arruinar o candidato, mas também a reputação do presidente.

Elenco

Henry Fonda
Robert A. Leffingwell
Charles Laughton
Senador Seabright 'Seab' Cooley
Don Murray
Senador Brigham Anderson
Walter Pidgeon
Bob Munson
Peter Lawford
Senador Lafe Smith
Gene Tierney
Dolly Harrison
Franchot Tone
Presidente
Lew Ayres
Vice-Presidente Harley Hudson
Burgess Meredith
Herbert Gelman
Paul Ford
Senador Stanley Danta
Edward Andrews
Senador Orrin Knox
Betty Murray
Garota de Lafe
J. Edward McKinley
Senador Powell Hanson
Bill Quinn
Senador Paul Hendershot

Lupas

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  • Um jogo de palavras e situações muito bem elaborado e sofisticado, nesta que é uma das obras-primas de Preminger. Impossível não ficar perplexo frente ao modo com que o filme trata não só a questão política, mas sobretudo a questão humana. Genial.

  • Um filme sobre as engrenagens da política americana. O que não produz necessariamente uma análise negativa, mas uma amostra de como é seu jogo de relações e arte da conversação. Não há grandeza, nem heróis, mas jogadores e jogadas. O mundo é assim...

  • Um dos maiores roteiros políticos do Cinema norte-americano, muito provavelmente. A cena do bar gay é a cereja do bolo, enquanto o filme cria uma linguagem própria e usa sabiamente de referências do passado, nas cenas do tribunal, por exemplo. FILMAÇO.

  • Técnica: 8.5 Arte: 8.5 Ciência: 8.0 Nota: 8.33

  • Sensacional. Cinema em alto grau. Em momento algum nos é dado, prever o final. Sem furos em sua trama, enxuto, exemplificando, como com uma trama de processo politico, coisa suja, principalmente nos EUA., se faz um CINEMA de alta qualidade.

  • Preminger investigando os contornos de relações pessoais (dessa vez na política) não é menos que interessante e o resultado é mais um agradável mosaico de tipos - sempre humanizados - que parecem permear aquele universo.

  • O roteiro visivelmente não consegue lidar com o excesso de personagens - alguns são abandonados no meio do caminho. Quando a trama finalmente começa a engrenar, apenas nos 20 min finais, os "suicídios improváveis" põem tudo a perder.

  • Mayes foi o roteirista que melhor se adequou ao perfil de Preminger (ninguém filma um confronto verbal como ele), com suas adaptações repletas de personagens imperfeitos e intrigas que revelam a sujeira debaixo do tapete das instituições - aqui, política.

  • 05/07/15

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