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Cineplayers
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Sua nota
Direção
Paul Thomas Anderson
Roteiro:
Paul Thomas Anderson
Gênero:
Romance, Drama
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
22/02/2018
Duração:
130 minutos
Prêmios:
75° Globo de Ouro - 2018, 90° Oscar - 2018

Na Londres dos anos 1950, o prestigiado costureiro da alta sociedade Reynolds Woodcock e sua irmã Cyril dirigem a Casa de Woodcock, vestindo nobres e damas de respeito. Mas certo dia ele se apaixona por Alma, uma jovem garçonete obstinada que se torna sua amante e musa, mas a presença dela altera sua rigorosa rotina que não permite nenhuma perturbação.

Elenco

Daniel Day-Lewis
Reynolds Woodcock
Vicky Krieps
Alma Elson
Lesley Manville
Cyril Woodcock
Gina McKee
Condessa Henrietta Harding
Brian Gleeson
Dr. Robert Hardy
Harriet Sansom Harris
Barbara Rose
Eric Sigmundsson
Cal Rose
Phyllis MacMahon
Tippy
Camilla Rutherford
Johanna
Ingrid Sophie Schram
Ingrid
Lujza Richter
Princesa Mona Braganza
Emma Clandon
Mãe de Reynolds
Silas Carson
Rubio Gurrerro
Philip Franks
Peter Martin
Richard Graham
George Riley
Martin Dew
John Evans
Sue Clark
Biddy
Harriet Leitch
Pippa
Dinah Nicholson
Elsa
Jane Perry
Sra. Vaughan

Lupas

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  • PTA transforma o engomado e auto-encantando universo da alta costura num embate de amor doentio e eliminação e controle do outro. Garota Exemplar com uma pitada de Rebecca, excessivo e radicalmente pessoal como tudo do diretor.

  • PTA rege sua ópera definitiva sobre complexos, relações auto-destrutivas, o controle sobre o outro e o embate contra a perda desse mesmo, tudo com ecos de Robert Altman, Hitchcock e Mike Leigh. Fácil, um dos filmes mais ricos deste ano.

  • Paul Thomas Anderson costura com toda a classe possível um meticuloso drama sobre romance, relações de poder, manipulação e abuso. Daniel Day-Lewis entrega mais uma primorosa atuação.

  • Nova incursão de PTA a obsessão o leva a um cinema clássico de imersão potente e homenagens mais abrangentes que a seu mestre Altman. A própria síntese da relação doentia entre criador e criatura, quando ambos se fundem no mesmo fel. Obra-prima.

  • Mais um trabalho difícil de PTA, que combina inegável rigor técnico com uma narrativa fria e com seu próprio ritmo. A primeira metade se arrasta, mas a segunda cresce (a cena do jantar é ótima), com grandes atuações. Desperta admiração, mas não empolga.

  • Mais frio do que a média do cinema do diretor, conta ainda com um final indegustável (o duplo sentido aqui não foi intencional, para quem assistiu), em meio a algumas grandes interpretações.

  • Lento, é verdade, mas absurdamente preciso na construção e inversão das personas nos protagonistas da obra. Lindo do início ao fim, em conteúdo e em estética.

  • Já há algum tempo, PTA trocou o seu cinema louco e radical de "Boogie Nights" e "Magnólia" por obras irritantemente solenes e falsamente profundas. "Trama Fantasma" repete os mesmos tiques, e o resultado é o mesmo dos filmes anteriores do diretor: chato.

  • Interessante PTA fora de um filme ambientado nos EUA, sem aquela camada de observação da formação de um país e mais focado em outras características de seu cinema. De Hitchcock à Losey, mas ainda muito autorial, é um filme de amadurecimento e evolução.

  • Aqui talvez fique explícito o maior problema de PTA: erigir tanto a obra sob a figura de um personagem-monstro, que todo o resto tem dificuldade de se igualar enquanto construção horizontal. Ainda assim, linda história sobre formas e (escolher) amar.

  • Um filme sobre abusos cheio de signos, repleto de classe (atuações, direção, trilha e fotografia), mas não tão marcante. Um bom filme, com ritmo lento (justificável) e só.

  • um filme irregular, mas com alguns planos irretocáveis.

  • Um coroa que aprende a amar. Atuações perfeitas dos 3 atores principais. No entanto há um desenrolar arrastado que me aborrecemo. Não perdi 2 horas do meu dia, mas não repetiria a dose.

  • Trama Fantasma" é, antes de tudo, uma trama francamente fora do espírito de correção política contemporâneo. Mais ainda se levarmos em conta o caráter radical das recentes manifestações feministas.

  • Título de sentidos variados, PTA apresenta uma investigação psicológica no estilo de Antonioni, Bergman e o Altman de 3 MULHERES, IMAGENS ou QUINTETO. Além de lembrar muito A ÉPOCA DA INOCÊNCIA, de Scorsese. Grande e denso estudo de relações.

  • tecnicamente perfeito, mas chato. O roteiro é uma aula de sutileza e criaçao de personagem.

  • Tecnicamente é um deslumbre, a história é densa e enigmática, extremamente bem desenvolvida pela ótima direção de PTA. As atuações são um show a parte: Daniel Day-Lewis está impecável (como sempre) e a atuação de Vicky Krieps é surpreendente.

  • Suas camadas são um convite a uma revisita, mas um primeiro olhar com alguma atenção demonstra a meticulosidade de PTA para engendrar uma trama de ecos psicanalíticos.

  • PTA vai à Inglaterra e costura uma trama claramente Loseyana sobre um relacionamento doentio em que atração e repulsa mesclam-se fortemente na única combinação possível para que tudo funcione. DDL e Manville incríveis, mas Krieps rouba o filme.

  • PTA usa o romance como fachada para tantos temas escondidos em seu trio excepcional (Day-Lewis, Lesley e Vicky). Amadurecimento, frieza como trauma ou medo, controle e, principalmente, a necessidade que a fraqueza acabe fortalecendo o ser humano.

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