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5,7
Usuários
118 votos
?
Sua nota
Direção
Steven Lisberger
Roteiro:
Steven Lisberger, Bonnie MacBird
Gênero:
Aventura, Ficção Científica, Ação
Origem:
Estados Unidos, Taiwan
Duração:
96 minutos
Prêmios:
55° Oscar - 1983

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Kevin Flynn é um ex-empregado da companhia de software ENCOM e tenta hackear o computador de seu ex-chefe, para provar que este roubou quatro jogos de sua autoria. Flynn acaba entrando na máquina e tornando-se um gladiador digital preso em um jogo mortal.

Elenco

Jeff Bridges
Kevin Flynn / Clu
Bruce Boxleitner
Alan Bradley / Tron
David Warner
Ed Dillinger / Sark
Cindy Morgan
Lora / Yori
Barnard Hughes
Dr. Walter Gibbs / Dumont
Dan Shor
Ram
Peter Jurasik
Crom
Tony Stephano
Peter
Michael Dudikoff
Recruta

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  • Tron é um filme raro. inovou tanto nos elementos e efeitos visuais que merecia nota 10, mas é tão ruim em todos os demais aspectos cinematográficos (roteiro, planos, atuações, montagem) que merecia nota 0

  • Tão interessante quanto enfadonho.

  • Sua ideia em si é fantástica e faz total sentido seu visual cafona, porém é claramente um filme limitadíssimo. ‘Destaque’ para sua montagem pavorosa.

  • Pra época foi um filme de grande impacto - as inovações nos efeitos especiais são gritantes - e provavelmente bastante divertido, contudo a fraca história não permitiu que esse filme envelhecesse muito bem sendo analisado atualmente como ruim...

  • Para a época, marcante, pois era o início das artimanhas digitais/efeitos especiais. Neste panorama dou os 6,5 como um bom filme. Uma pena ter sido o ano de E.T nas premiações do Oscar, principalmente no aspecto (melhor som)

  • Os anos 80 eram mágicos pro cinema comercial,se,as vezes,faltava profundidade (será ?) compensava em diversão. Tron é uma lembrança da época do desenvolvimento dos games,da computação ainda sem recursos,e onde mesmo um jogo virtual não era só correria.

  • O visual futurista é interessante, o personagem principal é carismático, mas só isso não segura o roteiro fraco e cansativo.

  • O potencial está lá, porém o todo não envelheceu bem. Deveriam ter esperado a tecnologia avançar mais ou então improvisado algo melhor. Sua recente continuação é consideravelmente superior.

  • O lance de colocar programadores como heróis através dos seus programas onde o palco da batalha é um sistema computacional de visual psychotech é tão esdruxulo que se torna divertidíssimo, só acho que ganharia dinamismo com uma ação paralela no mundo real

  • Não perde nem por ser datado, mas sim pelos diálogos pobres e cenas que parecem ser jogadas ao vento. Nem o carisma de Jeff Bridges consegue salvar esse filme

Comentários (0)

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