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6,0
Cineplayers
6 votos
6,5
Usuários
98 votos
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Sua nota
Direção
Adam McKay
Roteiro:
Adam McKay
Gênero:
Drama, Comédia, Biografia
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
31/01/2019
Duração:
132 minutos
Prêmios:
76° Globo de Ouro - 2019, 91° Oscar - 2019

A história de Dick Cheney, um insider despretensioso e burocrático de Washington, que discretamente exercia imenso poder como vice-presidente de George W. Bush, remodelando o país e o mundo de maneiras que ainda hoje sentimos.

Elenco

Christian Bale
Dick Cheney
Amy Adams
Lynne Cheney
Steve Carell
Donald Rumsfeld
Sam Rockwell
George W. Bush
Jesse Plemons
Alison Pill
Mary Cheney
Eddie Marsan
Paul Wolfowitz
Shea Whigham
Wayne Vincent
Lily Rabe
Liz Cheney
Vanessa Cloke
Analista da CIA
Tyler Perry
Colin Powell
Tiffany Smith
Agente da CIA
Ronald Reagan
ele mesmo (imagens de arquivo)
Justin Kirk
Scooter Libby

Lupas

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  • Vice traz interpretações memoráveis, aproveitando-se de um roteiro pouco convencional. Mas ao final, fica apenas a lembrança de seus competentes intérpretes.

  • Um retrato cinematograficamente interessante de um grande e boçal canalha. O filme é bem sucedido em mostrar as manipulações e o desprezo pelo ser humano de Cheney, em tom documental e com algumas boas proezas narrativas.

  • Nem todos os excessos e floreios de McKay funcionam - alguns são divertidos, outros apenas desnecessários - e o próprio tom da abordagem deixa tudo raso, mas o filme é dinâmico e traz boas atuações. No fim, porém, pouco vai ser lembrado.

  • A ascensão à política é muito brusca e essas narrativas que citam fatos um em cima do outro pra acelerar os acontecimentos me dão nojo, mas não é que consegui me divertir bastante com esse Vice? Um filme porra louca com uma roupagem séria.

  • Uma metralhadora de informações, críticas, acidez e deboche. Tal excesso chega a cansar e contribui para o alongamento de sua duração, mas o roteiro raramente se mostra desinteressante ou pouco inventivo. Destaque para a divertida construção narrativa.

  • Uma boa galhofa pode ser muito bem-vinda, mas quando junta-se a ela uma pegada de telecurso 2000 guiada por uma arrogância birrenta com ares de seriedade, não há muito o que salvar. Gosto da metalinguagem boba, de Bale e de Adams, devo dizer.

  • Traz novamente um roteiro criativo e irônico como McKay fez em A Grande Aposta, mas dessa vez sem brilhantismo (salvo alguns momentos). O ritmo é arrastado e não dá espaço nem para as atuações se destacarem, exceto Bale, é claro.

  • Temos uma série de truques narrativos —final falso, barulhos de controle remoto que acionam cortes abruptos, narrador misterioso, instâncias de representação que se modificam e até mesmo, em alguns momentos, um humor que parece inspirado pelo grupo britânico Monty Python.

  • Se eu não tivesse assistido "A Grande Aposta" certamente seria mais impactado por esse filme. Mas no fim, parece a mesma fórmula. Diverte, mas já não impressiona.

  • McKay achou sua fórmula mágica de se contar uma história em 'Big Short', e segue fiel a ela. Enquadra nisso a complexa realidade de uma elite política com acidez e dinamismo cool, mas rega tudo com um pedantismo irritante. Bale e Adams estão magistrais.

  • Interessante viagem pelos bastidores da política americana. Serve também como exemplo para o que anda acontecendo no Brasil nesses tempos. A picaretagem política não é exclusiva de ninguém. No fundo, é nossa culpa o poder dado a um "Dick Cheney" da vida.

  • Humor ácido e sátira política, mostrando como somos governados por medíocres, satisfazendo a indústria do petróleo e demais poderes econômicos. Na teoria do Executivo Unitário, a democracia se assemelha a regimes ditatoriais, travestidos de liberdade.

  • Bagunçado e prolixo, não deve interessar nem mesmo aos seus conterrâneos. É uma pena que atores do calibre de Bale e Adams estejam tão mal alocados em roteiro e direção medíocres.

  • Às vezes beira uma paródia, embora esteja longe disso. Tem um humor mordaz e uma abordagem, em sua maior parte, fluida. Digo isso pois os últimos 30/40 minutos são de um didatismo e prolixidade excessivos. Excelentes atuações. Os atores desaparecem.

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