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6,8
Cineplayers
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Sua nota
Direção
M. Night Shyamalan
Roteiro:
M. Night Shyamalan
Gênero:
Suspense, Drama, Ficção Científica
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
17/01/2019

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O guarda de segurança David Dunn usa seus superpoderes para tentar pegar Kevin Wendell Crumb, um perigoso homem com 24 personalidades diferentes. Sequência de Corpo Fechado e Fragmentado, dirigida pelo próprio M. Night Shyamalan.

Elenco

Anya Taylor-Joy
Casey Cooke
James McAvoy
Kevin Wendell Crumb / Vários
Bruce Willis
David Dunn
Samuel L. Jackson
Elijah Price / Sr. Glass
Sarah Paulson
Dra. Ellie Staple
Spencer Treat Clark
Joseph Dunn
Luke Kirby
Pierce
Adam David Thompson
Daryl
Charlayne Woodard
Mãe de Elijah
Rob Yang
Heo Byung-Woo

Lupas

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  • Vidro é a antítese de Corpo Fechado e até mesmo de Fragmentado. É um filme sem ritmo, com surpresas forçadas, que expande nada ou muito pouco do que fora apresentado nessas duas obras, bem superiores (sobretudo a ainda obra-prima Corpo Fechado).

  • Tem umas pieguices e um excesso de didatismo que irrita, mas é um filme envolvente, que respeita o seu original, tem ótimas sequências e usa bem o argumento de fantasia x realidade / crença x ceticismo. Shyamalan é ótimo diretor, quando acerta.

  • Pra unir filmes desconexos ("Unbreakable" e "Split"), Shyamalan se vira nos 30, mas o excessivo falatório, os falsos finais, o desperdício de Willis e Jackson, e o meio termo entre a mitologia dos HQ e a aceitação dos diferentes, puxam a coisa pra baixo.

  • No cinema de Shyamalan, existem sempre dois universos coexistentes, a fantasia e a realidade, e o que permite que um reconheça o outro como possível é a fé de alguns personagens capazes de transitar entre os dois. Vidro resume isso como um filme-síntese.

  • Mais uma vez, Shyamalan usa da exposição excessiva para dar sentido a uma mitologia complicada, que nunca flui naturalmente, ao ponto de soar forçada e desarticulada até na hora do desfecho — truncado, exaustivo, com direito a longo epílogo.

  • A união dos filmes de Shyamalan é truncada, com enredo sem lógica e sem sentido (inclusive as reviravoltas vazias), personagens subutilizados e diálogos ruins, com muita exposição. Nem mesmo a ambientação funciona aqui. Resta somente o show de McAvoy.

  • A mitologia está encarnada ali; comove pelos 3 eixos de afeto, se expande - isto não se nega. Mas que histeria desconfortável em fazer TUDO acompanhado da própria teoria-HQ, que péssimo gosto em erigir uma Org. higiênica do ar, e ainda cheia de moral...

  • A fé e a fábula como antídoto ao trauma, a cultura HQ como mitologia dos nossos tempos. Um filme suspenso entre a ironia provocativa e a metalinguagem filosófica, consciente de cada passo em falso e cada expectativa frustrada. Este mundo é um hospício.

  • Um ode a cultura dos HQs, numa mistura do real e fantástico com uma redenção final que subverte as expectativas em um filme desse perfil. Força a barra em alguns momentos, mas o resultado é bem satisfatório.

  • Um milagre do Shyamalan, tinha tudo pra ser horrível e a primeira hora é uma porcaria, mas ele fecha bem o arco dramático e a verborragia ganha sentido. Uma antítese à Dunkirk (que é ruim especialmente na conclusão frouxa e nas concepções modernosas).

  • Um final digno para a trilogia de Shyamanlan, mesmo que não acabe. Um dos poucos diretores atuais, que ainda busca manter a fé no extraordinário. Usa seus filmes para esse fim. Não é para isso que os filmes foram criados?

  • Tematicamente, reúne os principais elementos da filmografia de Shyamalan. Narrativamente, ainda que traga belas imagens, é o mais fraco da trilogia - Sarah Paulson e sua verborrágica personagem parecem deslocadas demais. Merece e deve ser revisto, porém.

  • Sobra pretensão, falta estofo: o falatório consome a paciência e os personagens andam a esmo, sobretudo Willis; McAvoy, por sua vez, tira a camisa a cada duas cenas e Jackson é cozido tempo demais em banho-maria. Uma trama tão frágil quanto vidro.

  • Shyamalan em casa oferece um pipocão acima da média. Fecha sua trilogia bacana q homenageia c/ estilo o universo dos heróis HQs. Confesso que não vi nada d+ ou autoral na direção, mas certamente conseguiu agradar seu público jogando c/ seus plot twists.

  • Shy, o outsider, constrói um filme absurdamente sóbrio e contido, pregando uma grande peça em quem espera um filme binário sobre heróis e vilões - orgulhosamente diferentão. Mesmo assim é o mais fraco da trilogia, e com um desfecho inócuo ao cubo.

  • Ótimo filme

  • Os belos estudos de personagens são transformados em sátira neste encontro que quebra as expectativas em tom irônico e pelas inúmeras reviravoltas.

  • O roteiro de Shyamalan se vale de supostos pecados cinematográficos a seu favor, construindo uma narrativa coesa e cheia de escolhas ousadas e corajosas - a exemplo da morte banal de um personagem. Aqui é, até o momento, o ápice da desconstrução do gênero

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