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Sua nota
Direção
Jean-Luc Godard
Roteiro:
Jean-Luc Godard
Gênero:
Drama, Comédia, Aventura
Origem:
França, Itália
Duração:
105 minutos

Um casal resolve fazer uma viagem até a casa dos pais da moça e, no caminho, vai se deparando com situações e pessoas cada vez mais surreais, que denunciam uma realidade apocalíptica provocada pelos problemas sociais. Comédia satírica e política de Godard.

Elenco

Mireille Darc
Corinne
Jean Yanne
Roland
Jean-Pierre Kalfon
Líder da FLSO
Yves Beneyton
Membro da FLSO
Paul Gégauff
Pianista
Daniel Pommereulle
Joseph Balsamo
Virginie Vignon
Marie-Madeleine
Jean-Pierre Léaud
Saint-Just / Le jeune minet du 16ème
László Szabó
O árabe
Michèle Breton
Garota no bosque

Lupas

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  • Uma pena que o abstrativismo chato e repetitivo, imposto por uma surpreendente (até então) mão pesada de Godard, evapore grande parte da força denunciativa do filme. Sem dúvidas, o cineasta, aqui, começava a deixar a Nouvelle Vague para trás.

  • Uma caótica e extrema crítica ao capitalismo e à crescente desumanização do homem, ao fim da natureza, do mundo e da arte pelo reinado de horror do dinheiro, utilizando de estética e narrativa anárquicas para compor seu espetáculo cômico e desesperador.

  • Quando se pensa em Cinema selvagem; contemplação do caos, futilidade dos meios e retorno ao primitivo. "Week End" é a sátira do mundo moderno na beira do abismo - do horror do homem e o ensaio da catarse. É a sentença do filme ou a realidade? Obra-prima!

  • O início já diz tudo: "um filme perdido no cosmos e encontrado no ferro-velho" (lugar de onde nunca deveria ter saído!). É muita filosofia barata para minha inteligência!

  • Godard tenta repetir a aleatoriedade de O demônio das onze horas, mas aquele filme é único. Salvo um ou outro recorte inspirado, é cheio de afetação e barulho irritante.

  • Godard provavelmente no auge do consumo do LSD, nos brinda com Week-End, que no fundo é uma despirocação anárquica da sociedade francesa. Uma pena que é um filme redundante em sua filmografia e superficial em todas as críticas que Godard propõe.

  • Filme CHEIO de grandes momentos.

  • É mais um atestado dos tempos trágicos que vivemos que esse Godard pareça tão datado, obsoleto. Um cinema-politico (estética e discurso), que leva as ultimas consequência a indissociabilidade dessas duas expressões, algo incrustado ao seu ano, 1967.

  • Cinema e pedantismo não combinam, jovens.

  • Aqui o cinema de Godard derrapa, mesmo trazendo nos bolsos ótimos momentos sagazes.

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