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Direção
Roteiro:
Akira Kurosawa (roteiro), Hideo Oguni (roteiro), Masato Ide (roteiro), William Shakespeare (peça rei lear)
Gênero:
,
Origem:
,
Estreia:
31/12/1969
Duração:
160 minutos
Prêmios:
43° Globo de Ouro - 1986, 58° Oscar - 1986

Lupas (24)

  • Belo esteticamente, mas desnecessariamente longo. Parece que foi todo rodado em um campo de futebol, a sensação que todas as distâncias são muito curtas....

    Luiz Henrique C. Batista | Em 07 de Julho de 2020 | NOTA: 7.5
  • Aqui Kurosawa dá um passo adiante no seu cinema de samurais em se tratando de estética. A presença de cores é bem utilizada no filme, dando aos personagens significados mais profundos e frames mais marcantes.

    André Oliveira de Araujo Ferreira | Em 22 de Junho de 2020 | NOTA: 9.0
  • ARQUIVO.

    Davi de Almeida Rezende | Em 25 de Abril de 2017 | NOTA: 3.0
  • Os filmes de Kurosawa são muito bonitos esteticamente mas sinceramente quando penso em cinema suas temáticas de samurais passam longe do que idealizo como cinema.Respeito muito especialmente os aspectos de condução de câmera e fotografia mas não o admiro.

    Eliezer Lugarini | Em 10 de Outubro de 2016 | NOTA: 7.0
  • Um diretor que já não é dos meus favoritos se esforçando imensamente (10 anos?? É sério isso produção?) pra fazer um épico grandioso e um espetáculo visual inesquecível...filme barrigudo, Kurozzzawa!

    Daniel Mendes | Em 12 de Novembro de 2015 | NOTA: 6.5
  • Direção primorosa de Kurosawa. Um épico de muita qualidade. Ainda que a área samurai não seja bem o que eu procuro no cinema, Ran merece um destaque especial. Com uma fotografia belíssima e cenas de ação bem executadas, Ran torna-se uma obra inesquecível.

    Pedro Degobbi | Em 24 de Março de 2015 | NOTA: 8.0
  • A maldade e desgraça, pelos homens que preferem o sofrimento a paz, a dor ao amor. Obra quase que perfeita, com alguns exageros aqui e acola, mas com uma força ainda gigantesca. Ps: :Uma das cenas de guerra mais maravilhosas da historia.

    Leonardo Ferreira Sampaio | Em 30 de Novembro de 2014 | NOTA: 8.5
  • Ganância poderosa,juventude de um soberano,tempo presente dirigindo.O pai cria seus filhos,a ingratidão nunca planejada machuca,desconforto com a velhice,desacordo com o passado... Ran é grande como a vida.

    Adriano Augusto dos Santos | Em 25 de Novembro de 2014 | NOTA: 10.0
  • Um épico incrível e inesquecível de Kurosawa. Cenas de batalhas sangrentas são magistralmente conduzidas, tornando a experiência dinâmica, apesar de longa.

    Bruno Ricardo de Souza Dias | Em 20 de Setembro de 2014 | NOTA: 8.5
  • A brilhante atuação de Tatsuya Nakadai segura bem o filme, que é exageradamente longo. Mais uma boa adaptação de Shakespeare, mas abaixo da média de Kurosawa.

    Josiel Oliveira | Em 01 de Setembro de 2014 | NOTA: 7.5
  • Enrola bem até dizer a que veio e quando diz faz milagre.

    Caio Matheus | Em 20 de Março de 2014 | NOTA: 8.0
  • 12/09/08

    Eduardo Scutari | Em 09 de Fevereiro de 2014 | NOTA: 9.0
  • Técnica: 8.5 Arte: 8.5 Ciência: 8.0 Nota: 8.33

    Ma Rodrigues Barbosa | Em 08 de Julho de 2013 | NOTA: 8.5
  • Não é à toa que Kurosawa levou tanto tempo trabalhando no filme, de impacto visual impressionante (a batalha no castelo é sensacional), além da força da trama desenvolvida plenamente nos 150 minutos. Grande atuação de Tatsuya Nakadai como o pai tolo.

    Douglas Braga | Em 28 de Abril de 2013 | NOTA: 8.0
  • Para contar uma história de cobiça, inveja e vingança, Kurosawa utiliza todo seu primor estético! O uso das cores como elemento narrativo, os planos construídos como quadros, a encenação, tudo soma para colocar Ran como um dos grandes épicos do cinema!

    Zacha Andreas Lima | Em 12 de Abril de 2013 | NOTA: 8.5
  • Em uma das melhores adaptações já realizadas para qualquer peça shakespeariana, Kurosawa narra uma epopéia sobre a valores humanos corrompidos diante do poder que cega a alma. Obra-prima.

    Vinícius de Castro | Em 24 de Dezembro de 2012 | NOTA: 8.0
  • A redenção do poderoso tirano que se vê voltado por mortes, traição e cobiça justamente quando deixa o poder. É também, talvez, um dos melhores uso de cores no cinema. Só não o admiro plenamente por perder um pouco da força em espaços na longa duração.

    Caio Santos | Em 25 de Agosto de 2012 | NOTA: 9.0
  • O homem com o poder nas mãos destrói tudo. Tolos! Kurosawa filma com uma beleza indescritível esse que é um dos mais belos de sua carreira.

    Anderson de Souza | Em 18 de Abril de 2012 | NOTA: 9.0
  • Uma das obra-primas mais impactantes do mestre, que não se deixa influenciar minimizando a obra perante outras da sua cinematografia, só porque é cinema colorido (pelo contrário).

    Douglas Rodrigues de Oliveira | Em 30 de Janeiro de 2012 | NOTA: 8.5
  • Um terrível retrocesso. Mal chega aos pés de suas obras-primas das décadas de 50 e 60.

    Lucas Delon | Em 21 de Janeiro de 2012 | NOTA: 4.0