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8,3
Média
124 votos
?
Sua nota
Direção
Roteiro:
Shinobu Hashimoto, Ryuzo Kikushima, Akira Kurosawa, Hideo Oguni, William Shakespeare (peça)
Gênero:
, ,
Origem:
Estreia:
31/12/1969
Duração:
105 minutos

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Lupas (14)

  • Mais uma ótima adaptação que Kurosawa faz de Shakespeare o levando pro Japão feudal. Pode cansar um pouco, mas é bem pouca coisa. Toshiro Mifune e Isuzu Yamada em ótimas atuações. Tecnicamente é impecável. Filmaço.

    Thiago Cavalcante Hércules | Em 02 de Setembro de 2018 | NOTA: 8.5
  • Kurosawa realiza a melhor adaptação de Shakespeare para o cinema. Um filme de visual esplêndido, cenas impactantes (encontro com a bruxa, chegada do ataúde, bosque), o impressionante uso da neblina. Poucas vezes a cobiça extrapolou tamanha fatalidade.

    Zacha Andreas Lima | Em 03 de Setembro de 2017 | NOTA: 9.0
  • Acho q Kurosawa foi fiel demais à peça, e os tiques Shakespearianos ultrapassados (excesso de repetiçao, previsibilidade, dialogos ultraexpositivos) atrapalham o filme. Tem cenas brilhantes, mas, no geral, é cansativo mesmo pra um Kurosawa.

    Alexandre N. Magno | Em 27 de Março de 2017 | NOTA: 6.5
  • Kurosawa sempre teve um quê Shakespeariano.

    Jules F. Melo Borges | Em 26 de Janeiro de 2017 | NOTA: 8.5
  • Apenas mais um atestado da atemporalidade de Kurosawa. “Tudo é determinado – o começo assim como o fim – por forças as quais não temos nenhum controle.” - Albert Einsten.

    Douglas Rodrigues de Oliveira | Em 08 de Janeiro de 2017 | NOTA: 8.5
  • Kurosawa defende que o homem está destinado inevitavelmente ao erro comum da ganância exagerada na busca do poder. A névoa traz uma simbologia poderosa para aquele mundo cheio de misticismo e fé. Admiro e respeito o cinema de Kurosawa mas não adoro.

    Eliezer Lugarini | Em 28 de Abril de 2016 | NOTA: 7.0
  • Elementos da natureza sempre tiveram importância para Kurosawa, aqui a complexidade física (dificuldade de travessia, como um labirinto) e espiritual (um espírito tece fios da mesma forma que faz com o destino) da floresta é vital.

    Renato Abbt Keppe | Em 06 de Fevereiro de 2016 | NOTA: 8.0
  • Talvez o melhor filme do Kurosawa (ops Rashomon tá um pouco acima). Adaptação de mesmo nível da realizada pelo Welles, até pq não há as tradicionais barrigas e nem o espetáculo visual de sua fase posterior...

    Daniel Mendes | Em 12 de Novembro de 2015 | NOTA: 8.0
  • 02/02/09

    Eduardo Scutari | Em 09 de Fevereiro de 2014 | NOTA: 9.0
  • Ilustra com propriedade o ditado segundo o qual "quanto maior a altura, maior o tombo". Toshirô Mifune faz misérias como o obstinado Washizu.

    Patrick Corrêa | Em 24 de Setembro de 2013 | NOTA: 8.0
  • Escalando seu elenco habitual,Kurosawa transpõe Macbeth ao Japão Feudal,tem a boa sacada de não usar o texto literal e explorar bem o cerne da história. Ficou enxuto,firme e decidido. Visualmente impressionante.Cresce mesmo com Mifune e Naniwa em cena.

    Adriano Augusto dos Santos | Em 07 de Julho de 2013 | NOTA: 9.0
  • Narrativa magnífica que mescla aspectos soturnos com o gênero jidaigeki (elemento deixado em segundo plano), além de contar com uma brilhante atuação de Toshirô Mifune. A direção de Kurosawa, por fim, casa perfeitamente com a tragédia Shakesperiana.

    Thiago de Oliveira | Em 12 de Abril de 2013 | NOTA: 10.0
  • A derradeira cena da chuvarada de flechas é de uma genialidade única , Kurosawa e mais uma Obra-Prima.

    Rahe de Barros Toledo | Em 19 de Novembro de 2011 | NOTA: 9.0
  • Como todo filme de Kurosawa, a preocupação com a imagem se sobressai. São ótimas cenas (bem ensaiadas e bastante teatrais) e bela direção de arte, em detrimento de roteiro e diálogos mais elaborados. Ainda assim, cinema "oriental" para poucos...

    Gilberto C. Mesquita | Em 16 de Agosto de 2011 | NOTA: 6.0