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8,3
Média
69 votos
?
Sua nota
Direção
Roteiro:
Bibhutibhushan Bandyopadhyay
Gênero:
Origem:
Duração:
115 minutos
Prêmios:
9° Festival de Cannes - 1956

Lupas (9)

  • Satyajit Ray celebra o prosaico da vida. Uma celebração com imagens de puro lirismo e poesia, que toca no íntimo de cada ser. É um filme comovente, sensível, por vezes amargo, mas verdadeiro e humanista. É a presença da empatia tão ausente em nosso tempo.

    Zacha Andreas Lima | Em 11 de Maio de 2018 | NOTA: 9.0
  • Cinema de primeira do Satyajit Ray logo em seu primeiro filme, várias cenas e planos bem sacados! Bela direção de atores, de fotografia, sem contar a trilha do Ravi Shankar. O retrato de uma família que revela várias facetas da cultura indiana e seu povo.

    Josiel Oliveira | Em 06 de Janeiro de 2017 | NOTA: 9.0
  • Mesmo sendo um tanto quanto arrastado e contemplativo, Ray consegue criar cenas belíssimas e poéticas diante de uma realidade de pobreza extrema e conflitos familiares e sociais perante a visão de duas crianças.

    Bruno Ricardo de Souza Dias | Em 24 de Novembro de 2016 | NOTA: 8.0
  • 10/12/10

    Eduardo Scutari | Em 19 de Novembro de 2015 | NOTA: 9.0
  • Ray não tem absolutamente nada a dizer, o importante é mostrar a pobreza pela pobreza, o holocausto da fome, sensibilizar o público do jeito que der e quanto mais gente morrer melhor para efeito dramático.Meu envolvimento com o filme foi praticamente nulo

    Eliezer Lugarini | Em 22 de Setembro de 2015 | NOTA: 4.0
  • Mágico e sutil como a vida. Sensível por opção e arrastado por necessidade.

    Lucas Vidal Domingues | Em 11 de Janeiro de 2014 | NOTA: 8.5
  • Belo estudo sobre a culpa e alguns conceitos irreversíveis das relações humanas.

    Douglas Rodrigues de Oliveira | Em 29 de Novembro de 2013 | NOTA: 8.0
  • O holocausto da fome!

    Moisés Costa Lins | Em 15 de Setembro de 2013 | NOTA: 5.0
  • A velha filmagem asiática: o estilo de vide, os costumes locais, o sonho de um futuro melhor e a pobreza, muita pobreza... Isso tudo, com alguma conversa fiada sobre coisas diárias sem importância e nenhum roteiro definido...

    GILBERTO C. MESQUITA | Em 13 de Maio de 2011 | NOTA: 2.5