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8,2
Média
463 votos
?
Sua nota
Direção
Jean-Luc Godard
Roteiro:
Jean-Luc Godard (roteiro), Rémo Forlani (roteiro - não creditado), Lionel White (romance - não creditado)
Gênero:
Romance, Drama
Origem:
França, Itália
Duração:
110 minutos

Lupas (56)

  • Eu gosto de filmes de "arte, independente, cult, alternativo". Mas é excessão. Eu sou um cinéfilo de gosto mais para o tradicional mesmo. Godard por exemplo não faz estilo. Não sou um cinéfilo tão cult assim, rsrs.

    Araquem da Rocha | Em 07 de Maio de 2021 | NOTA: 5.5
  • Eu sempre acho que a literatura, a poesia e a filosofia expressam melhor do que Godard sobre existencialismo e liberdade, de modo que, pensando desse jeito, seu cinema se enfraquece, parecendo algo apenas como reflexo de uma mente em turbilhão. Mas aqui estranhamente há essa coesão, porque há o tempero de amor regendo esse road movie de emoções. Ainda que continue achando que ele seria melhor escritor do que cineasta, todo o saldo vale a pena, se vc se deixar levar por essa busca fadada ao caos

    Alan Nina | Em 12 de Março de 2021 | NOTA: 7.5
  • Mais uma canseira do nosso amigo Godard: aqui não tem absolutamente nada além de cores bonitas.

    Lucas Santos | Em 11 de Maio de 2020 | NOTA: 5.5
  • - "Porque você fala comigo com palavras e eu te olho com sentimentos". Apenas isso valeria a experiência, mas é uma mistura de elementos que fazem dessa obra de Godard um passeio pelas artes (cinema, literatura, música, dança) aglomerados em dois personagens tão distintos e instigantes pelos comportamentos sempre inéditos que nos fazem estar a mercê de suas atitudes. A parte de ação pareceu destoante e nem todas as situações do casal funcionaram, mas a atmosfera criada engrandece no imaginário.

    Eduardo Percequillo Freire de Souza | Em 07 de Abril de 2020 | NOTA: 8.0
  • É a junção de todos os elementos que fazem Godard um gênio, feito de uma forma tão familiar em sua filmografia, mas tão eternamente unica. Pulsa um grito de mudança no cinema e no mundo. Politico; estupido; engraçado; musical; dramático; revolucionário. Juntando isso temos um dos melhores casais da historia do cinema, ambos em atuações magistrais. É uma pena que é tão difícil ver filmes assim atualmente, talvez seja porque apenas um gênio chega onde ele chegou. "O Cinema é um campo de batalha"

    Leonardo Ferreira Sampaio | Em 02 de Março de 2020 | NOTA: 10.0
  • Eu poderia tentar escrever qualquer coisa aqui, mas não iria fazer jus à grandeza disso...

    João Pedro Duarte | Em 07 de Novembro de 2019 | NOTA: 10.0
  • As vezes eu acho que as pessoas inflam a nota desse filme porque gostar de Godard é cool, ou talvez não, talvez a maioria tenha um apreço genuíno por tal, mas sinceramente, que porre de filme.

    Jefferson Gomes Da Costa | Em 05 de Maio de 2019 | NOTA: 4.5
  • A falta de desenvolver uma história pra acompanhar faz falta. Mas pelo menos há um mínimo que segura o resto - mas no fundo nada tem pra dizer. Anna Karina é o coração de tudo. Chamativa e linda demais, cobre a visão de tudo. Faz um musical legal aqui

    Adriano Augusto dos Santos | Em 30 de Setembro de 2018 | NOTA: 7.0
  • É divertido embarcar nessa jornada colorida de Godard pela quebra dos paradigmas do cinema convencional, com comentários ácidos ao esquematismo de Hollywood, representações simbólicas da ideia de liberdade e momentos de efervescência política. Filmaço.

    Gabriel Frati | Em 07 de Novembro de 2017 | NOTA: 8.0
  • Um filme que é muitas coisas: Uma poética fábula sobre a vida, um canto de liberdade, um jogo de significações sobre o efêmero, e a vontade de viver a estrada mais do que a linha de chegada. Uma obra para evidenciar os caminhos e potências do Cinema.

    Zacha Andreas Lima | Em 13 de Agosto de 2017 | NOTA: 9.5
  • A paixão, a liberdade, temas tão complexos quanto os protagonistas deste lindo filme. Poético do começo ao fim, tanto nos diálogos, quanto no visual, que brinca com as cores para dar ainda mais vida à obra.

    César Barzine | Em 02 de Julho de 2017 | NOTA: 8.0
  • Quando as cores são protagonistas...

    André Oliveira de Araujo Ferreira | Em 11 de Junho de 2017 | NOTA: 9.0
  • 03/01/09 -Talvez seja o filme que mais representa as características da Nouvelle Vague. Com narrativa inovadora, Godard realizou um filme em que o humor cínico e politizado surpreende a cada cena. Belmondo e Anna Karina formam um casal de muito carisma.

    Eduardo Scutari | Em 11 de Maio de 2017 | NOTA: 9.5
  • Como todo cinema francês: muita substância (mau entregue) e pouco, muito pouco pra satisfazer em termos de personagens e histórias.

    Capitão Nemo94 | Em 01 de Março de 2017 | NOTA: 6.5
  • Nunca foram utilizadas de forma tão deslumbrante e peculiar todos os aspectos ligados ao cinema (a literatura, a música, a pintura ou até mesmo o próprio cinema).

    Daniel Barreto | Em 05 de Dezembro de 2016 | NOTA: 8.0
  • Diferente da maioria de filmes com a mesma pegada que vieram depois, seu ar intelectualizado e artístico funciona perfeitamente. A poesia da imagem como uma ode à liberdade.

    Landerson DSP | Em 20 de Novembro de 2016 | NOTA: 8.5
  • Pura poesia convertida em imagens, algo que os cinéfilos mais jovens não tem nem paciência. Uma pena, O demônio das onze horas é um bom filme, cheio de múltiplos sentidos, perguntas sem respostas e um gosto embriagante de cinema.

    Douglas Rodrigues de Oliveira | Em 27 de Julho de 2016 | NOTA: 9.0
  • A guerrilha das palavras.

    Lucas da Costa Simão | Em 10 de Junho de 2016 | NOTA: 10.0
  • A trajetória dum romance como condutor de uma série metáforas e reflexões inteligentes sobre relacionamento gênero, artes, cinema, cores, literatura, modernidade e os mais variados assuntos. A parte de Hollywood e o Vietnã é genial. Vale a pena ver de nov

    Josiel Oliveira | Em 05 de Junho de 2016 | NOTA: 9.0
  • Godard traça um crítica valiosa e deliciosa sobre o cinema americano e sua estrutura vazia, à classe burguesa e seu enfado e propõe uma forma mais libertária de se fazer cinema e arte. Mas a execução de seus filmes me incomoda e costumam me enfadar tb.

    Eliezer Lugarini | Em 22 de Fevereiro de 2016 | NOTA: 7.0