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7,9
Média
46 votos
?
Sua nota
Direção
Ming-liang Tsai
Roteiro:
Ming-liang Tsai (roteiro), Sung Hsi (narrativa adicional)
Gênero:
Drama
Origem:
Taiwan
Duração:
82 minutos

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Lupas (8)

  • A única coisa boa de fato é a exibição do monumento Dragon Inn - só de rever cada fragmento bate a vontade de cair naquela taberna de novo. Esse aqui é fraquíssimo. Absurdamente desinteressante, nada acontece, não há personagens de fato. Apenas sombras perambulando, banal. A aparição de atores do clássico traz o retorno dos sorrisos que o tédio integral cravou.

    Adriano Augusto dos Santos | Em 23 de Junho de 2019 | NOTA: 5.0
  • Em "Adeus, Dragon Inn", a excelência dos planos se revela tanto como um lamento, como uma reafirmação da força e potência da imagem. Sim, fantasmas habitam o Cinema, a solidão tortura as pessoas, mas ainda é possível ver encanto no cair metódico da chuva.

    Zacha Andreas Lima | Em 10 de Novembro de 2017 | NOTA: 8.5
  • Cinema interessante e também desgastante. Confesso que ainda que me considere um fã de filmes lentos, este não me gerou imersão e sim afastamento e tédio. Como é meu primeiro contato com Ming-liang talvez ainda me falte bagagem ou eu sou apenas um tolo.

    Eliezer Lugarini | Em 04 de Novembro de 2017 | NOTA: 6.0
  • O tempo é esticado nos melancólicos momentos derradeiros de um cinema para perpetuá-los, como o último cigarro a queimar ou o último rolo a rebobinar. Mesmo que em meio a fantasmas, quem ama a arte nunca deixará de se emocionar.

    Renato Abbt Keppe | Em 18 de Janeiro de 2017 | NOTA: 8.5
  • E o Cinema agradece.

    Nilmar Souza | Em 01 de Junho de 2016 | NOTA: 8.5
  • Corpos esparsos deslocam-se languidamente através dos corredores assombrados de um cinema sepultado pelo tempo, embalados por um slow pacing magnético e deleitoso para os sentidos. Um epitáfio acerca das relações humanas.

    Thiago de Oliveira | Em 18 de Novembro de 2014 | NOTA: 8.0
  • Um cinema de fantasmas.

    Polastri | Em 13 de Maio de 2014 | NOTA: 7.0
  • Espectadores da nostalgia, do silêncio e da impossibilidade do toque. Cinema em seu aspecto mais contemplativo.

    Patrick Corrêa | Em 24 de Dezembro de 2013 | NOTA: 8.0