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Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro, O

(Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro, O, 1969)
?
Sua nota
Direção
Roteiro:
Glauber Rocha
Gênero:
,
Origem:
, ,
Estreia:
31/12/1969
Duração:
100 minutos
Prêmios:
22° Festival de Cannes - 1969

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Lupas (22)

  • A tomada de consciência de um homem. A problemática do sertão e as raízes seculares da pobreza. Um estado de fúria. Um grito de angústia. O filme em que Glauber Rocha buscou o popular, mas sem abrir mão do tempo mítico, da força da alegoria, da encenação como manifesto. Uma construção de Cinema que anda em falta hoje em dia.

    Zacha Andreas Lima | Em 28 de Abril de 2024 | NOTA: 9.0
  • Rocha cria sua obra-prima, com tudo o que tem de melhor como cineasta. O tom fabulesco em um faroeste brasileiro até a alma. As cores, as músicas, as atuações, os conflitos. Uma odisseia no interior do nordeste do Brasil.

    André Araujo | Em 20 de Junho de 2020 | NOTA: 10.0
  • Apresenta uma visão interessante de mundo, pelos olhos de Antonio das Mortes(Valle) que de longe é o personagem mais instigante aqui. Os demais personagens mais cansaram do que cativaram em qualquer aspecto. Os diálogos com o professor(Bastos) esperava mais profundidade, verdade. Sua desilusão com o mundo e o embate com o coronel(Soares) decepcionaram. A escolha por enormes planos com as cantorias e cerimônias são muito desgastantes e o saldo final é frustrante.

    Eduardo Percequillo Freire de Souza | Em 24 de Março de 2020 | NOTA: 5.0
  • Melhor em seus aspectos técnicos que em roteiro e personagens.

    Josué dos Santos Cardoso | Em 09 de Outubro de 2019 | NOTA: 6.5
  • Um faroeste poético e social no sertão brasileiro. O coronelismo opressor e desonesto mostrando sua força e sua queda com um levante popular rebelde e necessário, e a ressaca moral de Antonio das Mortes que busca na justiça sua redenção.

    Bruno Ricardo de Souza Dias | Em 03 de Fevereiro de 2018 | NOTA: 8.0
  • Um western spaghetti nas mãos de Glauber em plenos anos de chumbo era um dos maiores tiros que o Brasil poderia receber. Não há espaço para heróis e redenção, apenas revolta em meio a lei do sertão. Um ato político de tocar qualquer um pra correr.

    Guilherme Algon | Em 08 de Janeiro de 2018 | NOTA: 8.5
  • Revisto: o anti-faroeste de Glauber; sua linguagem popular em meio a estética de agressão vanguardista; ponto de inflexão de sua obra; a alegoria épica; o messianismo e o banditismo: Deus e o Diabo na Terra do Sol.

    Chcot Daeiou | Em 07 de Novembro de 2017 | NOTA: 8.0
  • Entrando naquele clichê de internet, melhor não dizer nada, só sentir (e assistir, claro).

    Douglas Braga | Em 05 de Novembro de 2017 | NOTA: 9.0
  • Western do sertão cangaceiro dotado de uma veia religiosa espiritual em forma de crítica ácida aos seus conceitos num mundo onde o que predomina é a sede do sangue e luta pelo poder político proveniente do coronelismo típico brasileiro.

    Eliezer Lugarini | Em 17 de Outubro de 2017 | NOTA: 7.5
  • Um triunfo sem-igual e brasílico da liberdade artística, do lixo das artes como chamava Glauber o Cinema, no apogeu de seus fatores lúcidos e absurdos, graciosos e malditos, pertinente a seus frescores alternativos e mágoas à realidade chata do ser.

    Douglas Rodrigues de Oliveira | Em 16 de Março de 2017 | NOTA: 10.0
  • Esse o Glauber caprichou pra ganhar a Direção em Cannes, melhor dir. da história do cinema nacional! Baita riqueza estética, na música, nas cores, na montagem, nos personagens, História do Brasil, e iconoclasta, desconstrói o western. E muito brasileiro!

    Josiel Oliveira | Em 30 de Julho de 2016 | NOTA: 9.0
  • 03/03/08

    Eduardo Scutari | Em 06 de Março de 2014 | NOTA: 7.0
  • A luta no panteão, a luta interna.

    Caio Matheus | Em 23 de Fevereiro de 2014 | NOTA: 9.0
  • Um filme inteligente . Pode ser cansativo para algumas pessoas .

    Marcelo Moraes de Albuquerque | Em 12 de Maio de 2013 | NOTA: 9.0
  • Deus criou a terra e o diabo o arame farpado

    Marcos andré Pereira | Em 06 de Março de 2013 | NOTA: 8.5
  • A historia sendo contada pela música.

    Ravel Macedo | Em 20 de Novembro de 2012 | NOTA: 8.0
  • O baile de cores é o grande trunfo,aliado com uma composição de planos muito bonitos e a grande força do elenco (Do Valle é incrível) e da estrutura principal. O palavrear sem fim não é exatamente bom,exceto os desafios em poesia de rima Fantásticos.

    Adriano Augusto dos Santos | Em 10 de Novembro de 2012 | NOTA: 8.0
  • Técnica: 10 Lógica artística: 9.0 Lógica científica: 9.0 Nota: 9.33

    Ma Rodrigues Barbosa | Em 14 de Setembro de 2012 | NOTA: 9.5
  • Cada imagem um primor poético em que Glauber une sua arte com critica social nesta que talvez seja a maior obra-prima do cinema do "terceiro mundo".

    Caio Santos | Em 07 de Junho de 2012 | NOTA: 9.0
  • Uma viva e imortal filosofia trajada por homens sanguinários. Obra-prima do Cinema Novo.

    Victor Ramos | Em 07 de Dezembro de 2011 | NOTA: 10.0