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Direção
Abel Ferrara
Roteiro:
Nicholas St. John
Gênero:
Drama, Policial
Origem:
Estados Unidos
Duração:
80 minutos

Lupas (24)

  • Excelente esta aura de filme B aliada à sujeira urbana das grandes metrópoles com referência ao "giallo" italiano que costuma habitar os filmes de Ferrara. Seu discurso começa instigante mas ao longo do filme começa a se tornar redundante e gratuito , diminuindo assim a potência de um tratado anti-machista simplesmente para um reflexo de insanidade de uma serial killer.

    Eliezer Lugarini | Em 13 de Maio de 2021 | NOTA: 6.5
  • Zoë Lund (Thana), tinha apenas 17 anos quando na época das filmagens. Thana parece nunca ficar sem balas para sua arma e frequentemente usa um pente completo (cerca de sete tiros) para matar suas vítimas sem nunca errar um tiro.

    LUCIANO BAHIA | Em 27 de Setembro de 2020 | NOTA: 8.5
  • Cinema marginal por excelência. Baixo orçamento, violência suburbana e estilizando o universo underground "cool" de NY, como a nossa Rua Augusta, descolada c/o pessoal da moda alternativa. E total feminista, dando um tiro no saco dos machos opressores. Recheado de referências do cinema underground, como Taxi Driver, Carrie e Repulsa ao Sexo. Ferrara é o Mário Bortolotto de NY, ou melhor, o contrário rsrs. Não é um grande fime, mas é um ótimo filme independente, suficiente p/ destacar Ferrara.

    Josiel Oliveira | Em 24 de Abril de 2020 | NOTA: 7.5
  • A grande cidade filmada como um círculo de degradação e horror. Um abismo urbano que abriga uma sociedade violenta, demente, à beira de um colapso moral e social. Não é de se admirar que a protagonista, uma doce jovem inocente, se transforme em uma serial killer exterminadora de homens (que, infelizmente devo dizer, fazem por merecer).

    Zacha Andreas Lima | Em 24 de Novembro de 2019 | NOTA: 8.0
  • Um dos meus Cult favoritos. Sintético, direto, polêmico, estiloso. Abel Ferrara na essência e sem enrolação, verossimilhança, narrativa expositiva, explicações, nada disso. É pauleira!

    Fabio Bach | Em 01 de Novembro de 2018 | NOTA: 9.0
  • Aposta numa temática sempre atual e pertinente, adota um tom nada usual para os dias atuais, exorcizando a crueza da vida cotidiana feminina. Temática real, mas abordagem irreal, empolgante e divertida, apostando no silêncio e em enquadramentos sugestivos

    Kennedy | Em 26 de Dezembro de 2017 | NOTA: 8.0
  • A sequência da festa é um dos muitos argumentos que justificam porque o cinema é a mais completa forma de arte.

    Vinicius Lins Magno Ferreira | Em 27 de Março de 2017 | NOTA: 8.5
  • No mundo IDEAL Ferrara seria a nossa válvula de escape cinematográfica, o diretor B dos sonhos de todos os cinéfilos, aquele trago comemorativo de fim de noite que nos faz esquecer o papo político e o classicismo circundante (que infelizmente acabou).

    Daniel Mendes | Em 05 de Outubro de 2016 | NOTA: 8.0
  • 06/07/16

    Eduardo Scutari | Em 07 de Julho de 2016 | NOTA: 7.5
  • Ferrara e o cinema do corpo.

    Nilmar Souza | Em 07 de Dezembro de 2015 | NOTA: 8.5
  • Ferrara subverte as regras de filmes sobre estupro e vingança, mostrando a cidade de Nova York como uma verdadeira selva petrificada, transformando um simples entretenimento de ação em um estudo sobre a sociedade, dando um novo gás ao exploitation.

    Francisco Bandeira | Em 10 de Dezembro de 2014 | NOTA: 9.5
  • A revolta de Ferrara é com tudo e com todos, mas é mal embasado. O que faz do filme realmente algo interessante e a estranha crença do diretor em uma força maior e colocar a incomunicabilidade como uma das causas dos distúrbios que permeiam o mundo.

    Ravel Macedo | Em 04 de Maio de 2014 | NOTA: 7.5
  • Vestida para matar do ferrara.

    Darlan Pereira Gama | Em 16 de Fevereiro de 2014 | NOTA: 9.0
  • É a rebelião feminina se libertando de uma sociedade machista e conformista, pela visão extrema de Ferrara que transforma uma garota miúda, sem voz e reprimida num anjo justiceiro (até certo ponto) viciado em matar, concluindo em elegantes cenas finais.

    Bruno Kühl | Em 15 de Fevereiro de 2014 | NOTA: 8.0
  • Abel Ferrara e Nicholas St. John tem a sanidade de um drogado, Thana como freira é o ponto alto da trama.

    Luis Felipe | Em 14 de Dezembro de 2013 | NOTA: 8.0
  • Uma protagonista apegada ao próprio desvario, mandando bala em todas as direções. Ferrara e suas provocações tétricas.

    Patrick Corrêa | Em 25 de Junho de 2013 | NOTA: 7.0
  • Uma op de Ferrara que segue uma linha horror-psicológica transposta numa superfície imagética construída nas simbologias do uso da cor vermelha lembrando aí Argento (a trilha sonora também é parecida com as de giallos) e de close-ups Polanskianos.

    Caio Santos | Em 03 de Maio de 2013 | NOTA: 8.5
  • Muito doido!!

    Kaio Feliphe | Em 04 de Novembro de 2012 | NOTA: 7.5
  • Todo mundo pode se tornar um assassino, basta entrar em contato com os estímulos certos. Ok, talvez não, mas o filme defende com tamanha coerência, fundamento e, porque não, estilo este ponto de vista, que você compra a idéia e ainda deixa o troco.

    Vinícius de Castro | Em 15 de Julho de 2012 | NOTA: 8.0
  • A ira de Taxi Driver dissolvendo-se em um nível elevado de violência, o que faz de Ferrara (grande diretor) uma espécie hardcore de Scorsese. Um bom filme.

    Victor Ramos | Em 25 de Junho de 2012 | NOTA: 8.0