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7,9
Média
26 votos
?
Sua nota
Direção
Roteiro:
King Vidor (argumento), Elizabeth Hill (roteiro), Joseph L. Mankiewicz (diálogos)
Gênero:
,
Origem:
Duração:
80 minutos

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Lupas (7)

  • A Grande Depressão ainda estava fresca, e Vidor agia como um contador de histórias otimistas para uma população combalida. Sob o ponto de vista humano e cinematográfico, é uma lembrança sempre oportuna de que a cooperação ainda é um dos melhores caminhos para o bem estar social.

    Patrick Corrêa | Em 30 de Julho de 2021 | NOTA: 8.5
  • Me agrada por demais este apreço utópico pela humanidade de Vidor ao melhor estilo Frank Capra de ser ainda que eu pense que a visão é demasiada romântica. Infelizmente me enerva a visao permissiva e isenta de julgamento de um leilao de cabresto (nem na época era aceito) e na sequência final com um desvio de manancial e muito desmatamento ilegal.

    Eliezer Lugarini | Em 13 de Dezembro de 2020 | NOTA: 6.5
  • Para falar com toda franqueza, "O Pão Nosso" é um filme claramente anarquista. Confia quase cegamente no indivíduo e acredita que o bom senso e as boas intenções sejam capazes de superar tanto pressões externas como enormes adversidades e contradições entre membros da comunidade. A visão de Vidor (que penhorou a própria casa para financiar o filme, que a MGM julgou arrojado demais), a soma de cada indivíduo, quando envolvido num processo desse tipo, resulta numa força coletiva quase insuperável

    Edward Jagger DeLarge | Em 22 de Abril de 2020 | NOTA: 10.0
  • Revisto, permanece intacta a admiração. Um filme de 80 minutos sobre contraditórios. A sequência final é dos mais belos exemplos cinemáticos que o cinema produziu, trabalho moderno com o corpo do ator, onde o mais importante é mostrar o TRABALHO.

    Chcot Daeiou | Em 06 de Abril de 2019 | NOTA: 10.0
  • Total respeito p/ questão de ir contra o estúdio, p/ possível associação ao comunismo, e produzir p/ conta própria. Mas a vdd é q não tem nada de comunista, p/ contrário, e trata toda questão de forma rasa e romântica. A cena final é bacana e revigorante.

    Josiel Oliveira | Em 21 de Maio de 2018 | NOTA: 7.5
  • Um retrato romantizado - mas de forte veia anarquista - da luta pela sobrevivência durante a grande depressão. A crença de King Vidor no homem é cativante, quando envolvido no processo coletivo sua força é quase insuperável. Belo e revigorante!

    Zacha Andreas Lima | Em 30 de Setembro de 2014 | NOTA: 8.5
  • 09/03/12

    Eduardo Scutari | Em 16 de Março de 2014 | NOTA: 8.0