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Sua nota
Direção
Roteiro:
Mel Dinelli (adaptação), Henry Garson (roteiro), Elisabeth Sanxay Holding (história), Robert E. Kent (adaptação), Robert Soderberg (roteiro)
Gênero:
, ,
Origem:
Estreia:
31/12/1969
Duração:
82 minutos

Lupas (12)

  • O momento imprudente do título original desencadeia a série de problemas da protagonista, em quem o destino prega uma peça. Reunindo elementos do suspense e do drama quase romântico, Ophüls traz mais um olhar a respeito da aristocracia e seus dilemas.

    Patrick Corrêa | Em 16 de Janeiro de 2022 | NOTA: 8.0
  • Interessante demais, principalmente no começo. A mãe protegendo a honra da filha ao cobrar a expulsão de um safado e o posterior acobertamento do acidente são blocos de cenas incríveis. Fica comum no final.

    Adriano Augusto dos Santos | Em 25 de Outubro de 2021 | NOTA: 8.0
  • Elementos do Noir aqui, inclusive a confusão da trama e seus pontos inverossímeis. Direção elegante com travellings bem executados. A dupla de protagonistas está muito bem...

    Luiz Henrique C. Batista | Em 01 de Agosto de 2020 | NOTA: 7.0
  • A figura feminina que dedica cada segundo à manutenção do seio familiar, lugar o qual acredita dever ser devota, percebe-se violentamente enclausurada ali. Apenas isto, um assassinato e um noir peculiar; e Ophüls nos dá um grande filme.

    Ravel Macedo | Em 22 de Novembro de 2018 | NOTA: 8.0
  • Num filme que tinha tudo para ser piegas o resultado é um filme que funciona sob quase todas as óticas,ainda que consista de muitas inverossimilhanças.É um tanto difícil engolir a benevolência do chantagista ou o agiota cobrando dívidas com cartas de amor

    Eliezer Lugarini | Em 19 de Junho de 2015 | NOTA: 7.0
  • Uma atmosfera de angústia e desgraça. Um enredo que coloca personagens em lugares e motivações que eles não estão acostumados. E para coroar, planos e enquadramentos de um encanto expressivo. Mais uma bela obra de Max Ophüls!

    Zacha Andreas Lima | Em 12 de Maio de 2015 | NOTA: 8.0
  • Foi o último dos cinco filmes que Max Ophüls fez em Hollywood, entre 1947 e 1949. É deste último ano. Em 1950, de volta à França, ele faria uma de suas obras-primas, La Ronde. Sua despedida da América é um belo, fascinante filme.

    Edward Jagger DeLarge | Em 01 de Maio de 2014 | NOTA: 7.0
  • Um dos melhores filmes do mundo, diria Jacques Tourneur.

    Douglas Rodrigues de Oliveira | Em 14 de Abril de 2014 | NOTA: 7.0
  • 14/07/12

    Eduardo Scutari | Em 16 de Março de 2014 | NOTA: 7.5
  • Ophüls fez melhor em seus projetos europeus. A trama não é muito interessante e os personagens irritantes. O grande destaque aqui é James Mason e seu misterioso Martin Donnelly.

    Gabriel Severo | Em 15 de Julho de 2013 | NOTA: 7.0
  • Chantagista bonzinho? Tsc tsc...

    Lucas Delon | Em 20 de Fevereiro de 2012 | NOTA: 4.0
  • Que a Sr Harper seja uma mulher tão estúpida e péssima mãe e que haja chantagistas bonzinhos tudo bem, mas um agiota aceitar cartas de amor como garantia de empréstimo é o cúmulo! Roteiro muito incoerente. Péssimo final!

    Gilberto C. Mesquita | Em 28 de Julho de 2011 | NOTA: 1.5