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Sua nota
Direção
Hirokazu Koreeda
Roteiro:
Hirokazu Koreeda (roteiro), Akimi Yoshida (mangá)
Gênero:
Drama
Origem:
Japão
Estreia:
03/03/2016
Duração:
128 minutos
Prêmios:
68° Festival de Cannes - 2015

Lupas (8)

  • Delicado e singelo. Profundamente humano na sua poesia do cotidiano. Complexo nas emoções, nos sorrisos fortes e nas lágrimas de ternura. É sobre as relações familiares, a herança que recebemos, os laços que surgem pelo sangue, pelo tempo. Entre erros e acertos. A vida como ela é. Filme encantador!

    Zacha Andreas Lima | Em 24 de Fevereiro de 2023 | NOTA: 8.5
  • A história é simples, e o roteiro faz questão de não inventar nenhuma "evolução", para mantê-la assim; e apenas as relações familiares (e a frieza deles) importam para pintar um quadro poético. Dessa forma, a direção mantém o mesmo clima "familiar" (sob boa trilha sonora) durante toda a apresentação; no entanto, a falta de algum "acontecimento" mais importante, deixa a narrativa um pouco enfadonha por vezes, mesmo que as atuações convincentes (destaque maior para Hirose e Ayase) minimizem isso.

    Gilberto C. Mesquita | Em 19 de Fevereiro de 2020 | NOTA: 6.0
  • Sem recorrer a grandes conflitos ou drama excessivo, Kore-eda transformou os sucessivos rituais culinários dessas quatro irmãs em territórios mágicos de encontro, amor e compreensão. Lindo filme!

    João Pedro Duarte | Em 06 de Janeiro de 2020 | NOTA: 8.0
  • Koreeda novamente emulando,em sua reverência mais nítida, o cinema de Ozu.Koreeda consegue trazer um misto de alegria e tristeza, dor e apego nestes relacionamentos familiares que fazem jus à seu homenageado.Pequena pérola, sem clímax,onde vale é observar

    Eliezer Lugarini | Em 19 de Fevereiro de 2019 | NOTA: 8.0
  • Outra parte do infinito universo japonês sobre a família. Sensível e atraente, nunca te cansa, resolve situações com simplicidade e lógica e coloca o respeito e a convivência como o coração de tudo. Como é a verdade dos bons lugares.

    Adriano Augusto dos Santos | Em 29 de Janeiro de 2017 | NOTA: 8.5
  • Kore-eda preserva os ecos ozuanos apostando em um cinema de conflitos prosaicos, de movimentos suaves e lindas imagens que aderem à memória.

    Patrick Corrêa | Em 28 de Dezembro de 2016 | NOTA: 8.5
  • O cotidiano após o choque, os efeitos da ausência no ambiente familiar japonês, a adaptação, o poder do passado, tudo filmado com a naturalidade de Koreeda, conseguindo manter terno até os momentos mais duros do dia-a-dia real. A vida continua.

    Ravel Macedo | Em 14 de Dezembro de 2016 | NOTA: 8.5
  • 11/03/16

    Eduardo Scutari | Em 11 de Março de 2016 | NOTA: 8.5