Saltar para o conteúdo
Direção
Roteiro:
Mike Flanagan, Kate Siegel
Gênero:
,
Origem:
Estreia:
31/12/1969
Duração:
81 minutos

Lupas (25)

  • O filme é bom... mas o roteiro é cheio de furos... do nada entra um assassino sem propósito pra matar... como assim? Muito bom mas esses furos estragam um pouco. Gostei muito.

    Henri Cantanhede | Em 09 de Dezembro de 2022 | NOTA: 7.0
  • Outro suspense rotineiro do netflix. Não há muito o que dizer porque é apenas medíocre, nada de bom ou ruim para destacar.

    Caio Santos | Em 23 de Julho de 2020 | NOTA: 6.0
  • 15/06/2020.

    Alexandre | Em 16 de Junho de 2020 | NOTA: 3.0
  • "Hush" é um daqueles Thrillers que aparece a cada uma década e que entrega sim! com muita sagacidade oque propõe ao gênero , muito original junto do trabalho bem feito de som para manter o espectador iper antento a cada barulho e respiro com DNA de John Carpenter "Halloween (1978)" entre outros Slashers da época , o Filme de Flanagan acaba sendo uma grande surpresa tanto para fãs de Horror como pro mercado Streaming.

    Taumaturgo Moura | Em 31 de Maio de 2020 | NOTA: 10.0
  • Sadismo e silêncio.

    Lucas Alves | Em 14 de Fevereiro de 2020 | NOTA: 6.5
  • Excelente!

    Júnior | Em 18 de Setembro de 2019 | NOTA: 8.0
  • Um pouco arrastado quando poderia exercitar mais a riqueza da premissa e do espaço limitado, Hush é uma rápida experiência de tensão com carisma e alguns bons momentos. Kate Siegel entrega mais do que o filme oferece pra ela.

    Guilherme Algon | Em 03 de Setembro de 2019 | NOTA: 6.0
  • Nada de novo. Bem clichê.

    Adriana Lima | Em 10 de Junho de 2018 | NOTA: 0.5
  • Um eficiente exercício de tensão e atmosfera, onde Flanagan recorre aos primórdios do slasher setentista de John Carpenter, onde o medo é construído mais na sugestão do que no horror explícito. A edição de som precisa e a boa atuação de Kate Siegel (que colaborou no roteiro) devem ser destacados também.

    Luiz F. Vila Nova | Em 04 de Fevereiro de 2018 | NOTA: 7.0
  • Mesmo sem nada de original achei um filme muito bem feito.

    Alejandro Javier | Em 12 de Junho de 2017 | NOTA: 8.5
  • O clima de tensao é estabelecido rapidamente e se mantém durante toda a duração do filme. Os atores estão empenhados e é sempre bom ver uma personagem inteligente nesse tipo de filme. Competente!

    João Ferreira | Em 15 de Janeiro de 2017 | NOTA: 7.0
  • Tenso e agonizante até o fim...

    Sergio Gregorio Araujo Silva | Em 19 de Dezembro de 2016 | NOTA: 7.0
  • É competente em sua proposta, ainda que não apresente lampejos de ousadia, como ao se apoiar em ferramentas desgastadas do gênero, abrindo mão de opções mais ousadas, como a eliminação quase total do som (estratégia esta eficiente, porém pouco utilizada).

    Fabio Bach | Em 05 de Novembro de 2016 | NOTA: 7.0
  • "Porra, que personagem burro" é a frase que a gente repete do começo ao final. O assassino não ter qualquer motivação é decepcionante como todo o resto.

    Daniel Martins | Em 02 de Novembro de 2016 | NOTA: 5.0
  • A criatividade de sentir o terror.

    Lucas da Costa Simão | Em 10 de Junho de 2016 | NOTA: 8.0
  • O desenvolvimento da história é reflexo dos parâmetros do cinema americano, uma indústria que cria produtos para massa consumir sem muitas estranheza.

    Gabriel Fagundes | Em 09 de Junho de 2016 | NOTA: 5.0
  • A proposta ensejava coisas bem melhores e o próprio filme demonstra isso em alguns poucos momentos mais inspirados. Acaba se tornando um terror comum e de estrutura batida, apesar da construção de tensão ser acima da média atual do gênero.

    Gabriel Frati | Em 03 de Junho de 2016 | NOTA: 6.0
  • A primeira parte é realmente tensa, porém o resto do filme é só um jogo de gato e rato já visto mil vezes.

    Lucas Reis | Em 14 de Maio de 2016 | NOTA: 5.5
  • O diretor ganha pontos por não ter pressa em partir para o terror, utilizar das limitações (e vantagens) da protagonista e usar o 'gore' apenas quando necessário, mas o filme demora a engrenar e se conclui no lugar comum. Bom entretenimento e só.

    Bruno Cavalcanti | Em 07 de Maio de 2016 | NOTA: 7.0
  • No primeiro ato, quando a limitação da protagonista consegue servir organicamente à narrativa e a construção do suspense é realizada de maneira eficaz, a obra torna-se um bom exercício de gênero. É uma pena que decaia tanto de qualidade até o seu final.

    Diego de Mendonça Costa | Em 23 de Abril de 2016 | NOTA: 5.5