Saltar para o conteúdo

Mais Forte que o Mundo - A História de José Aldo

(Mais Forte que o Mundo - A História de José Aldo, 2016)
?
Sua nota
Direção
Roteiro:
Afonso Poyart (roteiro), Marcelo Aleixo Machado (material adicional), Jose Aldo (biografia)
Gênero:
, ,
Origem:
Estreia:
23/06/2016
Duração:
104 minutos

Lupas (10)

  • Linda biografia, que início difícil, por sorte a mãe teve uma postura firme, ao se afastar do abusador, caso contrário o futuro poderia ser bem diferente… Botafoguense sofrido, pleonasmo puro… O segundo ato fica mais divertido e leve, com a presença de Rafinha Bastos e Cleo Pires… Ownt, ahhh trilha sonora, que tudo, embalando romances, lutas, choros... E para quem gosta de lutas, socos, pontapés e muito sangue, aqui temos um prato cheio... Apesar de exagerar na ficção funciona muito bem…

    Rosana Botafogo | Em 08 de Março de 2021 | NOTA: 8.0
  • Biografia rasa e clichê com o mesmo formato de tantas outras. Alguns tiques de Poyart estão presentes mas funcionam muito melhor em "2 Coelhos".

    Anderson de Souza | Em 04 de Agosto de 2018 | NOTA: 5.0
  • A estética de videoclipe (com direito a umas câmeras lentas fora de hora) e estrutura narrativa protocolar diluem a força de um diretor que já se mostrou mais inventivo. O lado bom talvez seja o elenco em sintonia.

    Patrick Corrêa | Em 09 de Novembro de 2017 | NOTA: 6.0
  • A mão pesada de Poyart na direção é o que o filme tem de melhor e de pior. Ao tempo em que estabelece um tom de epicidade e conduz bem a narrativa, se excede demais na dramatização em algumas passagens. Um bom filme com muitos defeitos, mas um bom filme.

    Felipe Lima | Em 12 de Janeiro de 2017 | NOTA: 6.5
  • Entre a dramatização exagerada e as cenas de ação nos octógonos muito bem filmadas, o filme cumpre seu papel de homenagear o biografado. P.S.: Ótima participação de Rafinha Bastos como alívio cômico!

    Léo Félix | Em 10 de Janeiro de 2017 | NOTA: 6.5
  • Biografia bem-feita, das mais interessantes dentre as brasileiras. Tem personalidade, personagens envolventes e até alguma emoção, mesmo que o biografado não traga atração. Ainda faltam cenas de ligação e tem aqueles momentos bobos de edição acelerada.

    Adriano Augusto dos Santos | Em 17 de Dezembro de 2016 | NOTA: 7.0
  • produção brasileira tá de parabéns, ficou nivel A

    Keila Gropelo Tanaka | Em 04 de Dezembro de 2016 | NOTA: 10.0
  • O filme exagera no drama. Mesmo sendo uma história real, algumas cenas são artificialidade pura. Há um excesso na direção. Menos é mais e Poyart parece não entender isso. Mas é um bom começo para que mais filmes nacionais assim sejam feitos.

    Renan Paiva | Em 28 de Junho de 2016 | NOTA: 7.0
  • O cinema nacional já se aventurou em dramas esportivos biográficos, mas poucas vezes com essa técnica tão apurada de Poyart.

    Bruno Ricardo de Souza Dias | Em 28 de Junho de 2016 | NOTA: 7.0
  • Tem umas estilizações exageradas que dão vergonha e as vezes força no maniqueísmo, mas Poyart sabe contornar bem isso, principalmente na segunda metade, utilizando-as coerentemente (puta rima visual no final). E puta que pariu: ouvir Morricone foi foda!

    Kennedy | Em 22 de Junho de 2016 | NOTA: 8.0