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Sua nota

Lupas (45)

  • Interessante, legal ver Scorcese de volta ao estilo e temática antiga. Inclusive chamando lendas do cinema de máfia (Pacino e De Niro, com vontade enorme, relembrando grandes momentos de suas carreiras). Mas é longo demais. Há várias cenas desnecessárias. O elenco de 2º escalão é muito apagado, personagens vazios, figurantes sem personalidade.

    Adriano Augusto dos Santos | Em 25 de Setembro de 2020 | NOTA: 8.0
  • Scorsese encerra sua coletânea de filmes de gângster, revisando e inovando ao usar tecnologia revolucionária e contar a história que queria do jeito que queria, além do elenco absolutamente formidável, sem exceção.

    Fabio Luis Martins Rafo | Em 10 de Agosto de 2020 | NOTA: 8.5
  • Scorsese é reconhecido pelos filmes de máfia, feitos num ritmo tão frenético que nem se percebe a longa duração. Não é esse o caso de O Irlandês, ainda mais longo que Cassino e Os Infiltrados, e muito mais vagaroso. A ideia parece ser exatamente essa. Mostrar a vida fora do momento de euforia causado pela ação, focando no desenrolar das relações sociais e familiares (ou ausência de). Anna Paquin deve ter uma fala no filme. Não é dos meus filmes favoritos do Scorsese, mas não deixa de ser ótimo.

    Cesar Alberto | Em 05 de Agosto de 2020 | NOTA: 8.0
  • Não é só um filme de máfia...

    Kayo Baptista Carlos | Em 04 de Julho de 2020 | NOTA: 9.0
  • Scorsese correu para o lado oposto da máfia e fez um filme com resquícios... da máfia. Que canseira!

    Lucas Santos | Em 12 de Maio de 2020 | NOTA: 5.0
  • Scorsese deixando claro o por quê de ser um dos maiores do cinema estadunidense. Tudo é tão bem executado, sem afetação, com uma sobriedade tão bela. Uma aula de um mestre que continua reafirmando sua genialidade.

    ISRAEL ACORDI DO NASCIMENTO | Em 25 de Abril de 2020 | NOTA: 10.0
  • Começa bem mas se perde no meio. As ótimas atuações não sustentam os intermináveis rodeios dos criminosos do filme. Mas o final surpreende, falando muito sobre o criador do filme e do seu elenco, de certa forma já envelhecidos (o Joe Pesci já estava aposentado, inclusive), para mostrar a poesia na velhice. Se focasse mais nesse ponto, constaria entre os melhores de Scorcese.

    André Oliveira de Araujo Ferreira | Em 12 de Abril de 2020 | NOTA: 8.5
  • Um clássico para a nova geração e velha geração. O trio De Niro, Pacino e Pesci magnifico.

    André Policarpo | Em 24 de Março de 2020 | NOTA: 9.0
  • 22/03/2020

    Antonio Celio Borges | Em 23 de Março de 2020 | NOTA: 10.0
  • Scorsese constrói um filme impecável tecnicamente, de novo. A trama, apesar de longa, agrada. No entanto, não passa disso. Se a inspiração dos últimos 45 minutos fosse espalhada pelo roteiro inteiro, teríamos um clássico. Como não ocorre, o Irlandês encontra as limitações que o gênero "gangster" impõe. No mais: Pesci está simplesmente espetacular.

    Felipe Rosa da Silva | Em 07 de Março de 2020 | NOTA: 7.5
  • Mais um filme "correto" de Scorsese: direção simples, mas segura e linear, com elenco atuando numa média alta. Talvez a longa duração incomode, mas não chega cansar aficionados pelo estilo. O roteiro é coerente e bem desenvolvido, ainda que a edição não seja tão perfeita (corta abruptamente cenas que ficam incompreensíveis para leigos no assunto e se alonga em outras desnecessariamente). Também faltou uma trilha sonora mais dramática nos momentos de maior impacto (p. exp., a morte de Hoffa).

    Gilberto C. Mesquita | Em 12 de Fevereiro de 2020 | NOTA: 6.0
  • Servindo como uma recuperação de todos os temas abarcados em uma carreira cujo brilhantismo se iguala à sua extensão, Scorsese entrega um filme melancólico, contrastando diretamente com a explosividade d'Os Bons Companheiros, mas em consonância de qualidade. De Niro, Al Pacino e Pesci criam seus mais trágicos personagens, oferecendo performances que coroam carreiras magistrais.

    João Vitor G. Barbosa | Em 11 de Fevereiro de 2020 | NOTA: 9.0
  • O trio De Niro, Pacino e Pesci está excelente. Assim como também a direção de Scorsese. O roteiro escrito por Steven Zaillian é também excelente. Tecnicamente é um filme praticamente impecável. Passando por várias décadas, em nenhum momento, é cansativo ou confuso. Aqui é tudo excelente, um grande filme em todos os sentidos. Obra-prima.

    Thiago Cavalcante Hércules | Em 30 de Janeiro de 2020 | NOTA: 10.0
  • A trajetória de Sheeran é mais uma daquelas narrativas envolventes que Scorsese conta há décadas e o encontro decente entre De Niro e Pacino, que mereciam um bate bola cênico desses há tempos. Os maiores senãos é a quase mudez das personagens femininas, aspecto incômodo demais para ser silenciado, e a desnecessária fala do protagonista diante da câmera.

    Patrick Corrêa | Em 19 de Janeiro de 2020 | NOTA: 8.0
  • O filme é todo demais, uma delícia, mas ao juntar a longa duração e o clima arrastado da história, sem aquele clímax hollywoodiano, fica cansativo.

    Cássio Fassbender Bartz | Em 19 de Janeiro de 2020 | NOTA: 8.0
  • Consegue se impor mesmo não tendo mais o gênero popular de antigamente. Dessa vez, os esforços foram concentrados muito mais na narrativa do passar de uma vida de escolhas peculiares do personagem de De Niro, de modo com que ele próprio é obrigado a assisti-la até se desgastar por completo. Tendo isso como sua principal premissa, o filme se torna mais dramático e menos "chacineiro" do que outros que o consagraram. Direção primorosa de Scorsese cuja faz muito bem à sua já bem instituída carreira.

    Rafael Costa | Em 13 de Janeiro de 2020 | NOTA: 8.0
  • 8,5

    reinaldo | Em 11 de Janeiro de 2020 | NOTA: 8.5
  • A máfia de que Scorsese se ocupou sempre foi a dos pequenos gângsteres, uns pés-de-chinelo que se tomam por grande coisa por pertencerem a um grupo, por causa da companhia, até perceberem que não passavam de bucha de canhão de outros mais poderosos. É um tanto diferente o que se passa em “O Irlandês”, em que pela primeira vez Scorsese opta por um tratamento realmente épico para a saga da organização criminosa nos EUA, ou de parte dela. Longo demais.

    Edward Jagger DeLarge | Em 08 de Janeiro de 2020 | NOTA: 5.0
  • Parece que o tema da máfia nos Estados Unidos pode ser retomado quantas vezes for necessário sem nunca ser plenamente esgotado. Dessa vez, com uma nova ótica, que conduz a um lindo e doloroso desfecho, Scorsese cria um épico moderno que, mais do que em ações, foca nos laços de lealdade que se traçam entre aqueles homens, e dá espaço suficiente para que um Al Pacino explosivo, Joe Pesci transbordando classe e Robert De Niro em constante construção brilhem através da longa duração do filme.

    Victor Tanaka | Em 05 de Janeiro de 2020 | NOTA: 8.0
  • É impressionante como Scorsese consegue ser tão virtuoso dentro de um gênero. O Irlandês serve como um revisionismo melancólico dos filmes de máfia onde seus personagens não são engrandecidos por seus crimes mas sim infamados por suas ações. Como consequência disso vemos ausência de afeto familiar, culpa, moral católica e solidão. O que falar do trio Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci? Simplesmente monstros!

    João Pedro Duarte | Em 24 de Dezembro de 2019 | NOTA: 9.0