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Cineplayers Cast 35 - A Noite dos Mortos-Vivos e Despertar dos Mortos


George A. Romero foi um nome fundamental para o terror do século XX com seus filmes de terror que escondiam críticas e alegorias sociais nem sempre sutis. A revolução veio por meio da figura da sangrenta figura dos zumbis devoradores de carne humana, que de alguma forma despertavam um lado sombrio no ser humano.

Para celebrar a carreira do diretor falecido em 2017, Bernardo Brum, Victor Ramos e Heitor Romero se reuniram para debater A Noite dos Mortos-Vivos e Despertar dos Mortos, os dois maiores clássicos de sua carreira que completam respectivamente 50 e 40 anos em 2018. 

O que torna o zumbi tão interessante? Que mensagens podemos extrair dos filmes? Quais são as grandes cenas do gênero? Venha devorar uns cérebros com a gente! 

SPOILERS AND BRAAAAAAAAAAAAAINS!!!

Duração: 107 minutos 

Edição: Edu Aurrai

Filmes Citados:


O Despertar dos Mortos 
A Noite dos Mortos-Vivos (1968)
A Noite dos Mortos-Vivos (1990)
A Morta Viva 
Série The Walking Dead 
Os Pássaros 
Eu Sou a Lenda 
Mortos que Matam 
Resident Evil - O Hóspede Maldito 
A Hora dos Mortos-Vivos
Todo Mundo Quase Morto 
A Volta dos Mortos-Vivos 
Pelo Amor e Pela Morte 
As Três Máscaras do Terror (Black Sabbath)
Terra dos Mortos 
Diário dos Mortos 
Ilha dos Mortos 
Dia dos Mortos 
Martin 
O Exército do Extermínio 
Instinto Fatal 
Psicose 
Halloween - A Noite do Terror 
Terror nas Trevas 
Death of Night 
[REC]



Comentários (8)

Josiel Oliveira | sexta-feira, 15 de Junho de 2018 - 15:28 | Responder

Oi Victor, valeu o retorno.
Concordo contigo no primeiro ponto, aliás, engraçado que rolou essa discussão no podcast do Bebê de Rosemary. E eu tb concordo, acho que gênero tem muito mais a ver com forma do que com conteúdo, embora reconheça também que as reflexões mais profundas realmente estão nesses filmes mais artísticos. (e também não tenho nada contra as "verdades simples", muito pelo contrário rsrs)
Não assisti esse do Fulci, mas imagino que realmente seja um filme de gênero mais puro, ou auto-referencial como vc colocou, e o G.Romero tenha raízes mais realista nessas alegorias.
A questão que eu coloquei foi só que essas alegorias não me provocaram reflexão, num primeiro olhar me pareceram mais inseridas do que realmente aprofundadas, ou argumentadas. É uma questão pessoal msm. Mas como eu disse, isso foi num primeiro olhar, e total respeito, um dia pretendo revisitar e agradeço ao podcast por me dar mais armas nessa revisita.

Josiel Oliveira | sexta-feira, 15 de Junho de 2018 - 15:32 | Responder

Eles Vivem foi um belo exemplo, me provocaram reflexão pra caralho kkkk esse Larry Cohen eu não vi, da hora, vou baixar aqui

Victor Ramos | sexta-feira, 15 de Junho de 2018 - 15:59 | Responder

Entendi bem o seu ponto. Somente quis levar a brincadeira mais para longe no meu comentário e mostrar a maneira como enxergo o cinema de Romero nessa relação ficção X realidade. (E acho que a galera do cast concorda comigo.) Saindo bastante de Romero, podemos tomar a fábula como exemplo para esse assunto; fábula é um gênero narrativo ficcional/imaginativo (a figura de linguagem personificação tem muito destaque na caracterização dos personagens desse gênero, só para começar), mas é também um gênero de cunho alegórico e que usa da narrativa ficcional para convergir em uma lição de moral - ou seja, uma lição que visa o mundo empírico. Enfim, essas provocações são bacanas... E às vezes o que falta é somente uma revisão mesmo - dos filmes, dos conceitos etc. Eu que agradeço pela participação, cara!

Josiel Oliveira | sexta-feira, 15 de Junho de 2018 - 17:25 | Responder

Pode crer Victor, é meio esquisito tentar discutir por aqui, mas foda-se, a gente tenta kkkk.
Quem sabe um dia a tecnologia não permita que esses comentários possam ser feitos em áudio também, tipo whatsapp kkkk, seria bem melhor pra trocar essas ideias

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