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8,1
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Sua nota
Direção
Zaza Urushadze
Roteiro:
Zaza Urushadze
Gênero:
Guerra, Drama
Origem:
Estônia, Geórgia
Duração:
87 minutos
Prêmios:
72° Globo de Ouro - 2015, 87° Oscar - 2015

Aldeias estonianas foram formadas na Abecásia, na segunda metade do século 19. A guerra entre Georgia e Abecásia começou em 1992 e alterou a vida pacífica dos habitantes estonianos. A maioria decidiu voltar para sua terra natal. As aldeias ficaram vazias, apenas alguns permaneceram. O estoniano Ivo ficou para colher suas plantações de tangerinas. Em um conflito sangrento na porta de casa, um homem ferido é deixado para trás, e Ivo é forçado a cuidar dele.

Elenco

Mikheil Meskhi
Niko
Misha Meskhi
Nika
Giorgi Nakashidze
Ahmed
Elmo Nüganen
Margus
Raivo Trass
Juhan
Lembit Ulfsak
Ivo
Jano Izoria
Soldado de Aslan

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  • Vemos essa guerra de dentro de um lugar que transborda paz e bucolismo. Apesar de servir como um delicado registro histórico dos conflitos étnicos em questão, tem a intenção, principalmente, de questionar o sentido da guerra. Ivo é um personagem e tanto.

  • Um filme muito bonito e singelo sobre a falta de propósito de qualquer guerra em nome de um pedaço de terra. Mas fica uma forte sensação de deja vu. Terra de Ninguém mesmo sendo de 2000 , foi mais contundente e importante .

  • Simplicidade pura, é a palavra que define esse relato antiguerra onde se verifica que antes de pertencermos a nações somos todos iguais, com desejos e interesses em comum. Podemos ver muito do nosso mundo em cada um dos personagens. Genial!

  • Discurso antiguerra marcado por tensões entre patriotismo e tolerância que exala humanismo e serve de exemplo pra obras que procuram sentimentalizar o tema afim de consientizar. Excelente elenco!

  • Consegue ser um filme antibélico sem se tornar piegas, e despertar, especialmente com seu desfecho, um otimismo acerca do rumo que toma a humanidade.

  • Composição sensível e bela do panorama da guerra, com o diretor Zaza Urushadze sempre dando atenção às nuances de sua história. Talvez coubesse mais uma meia hora para que o espectador ficasse ainda mais ligado às personagens.

  • Com simplicidade e pouco tempo, escancara o quanto as diferenças das guerras, no final das contas, não significará nada. Uma dura, porém bonita mensagem de tolerância.

  • As pessoas se matam em prol de uma linha imaginária que divide localidades, esquecendo que, antes de tudo, somos todos um povo só, mesmo com culturas diferentes. Tangerinas disseca esse conflito imaginário de forma extraordinária. Lindo demais.

  • Aparentemente simples, o roteiro traz toda uma filosofia antiguerra (talvez uma variação de "terra de Ninguém") e de valorização da "palavra do homem" (caráter). A parte técnica acompanha a boa edição, e a direção e o elenco são acima da média.

  • A partir de um arco dramático simples, Urushadze constrói uma necessária discussão sobre o sentido da guerra. Poucos personagens, curta duração - até demais - e muito simbolismo.

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