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Terror Ação Suspense

12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição

(Purge - Election Year, The, 2016)
5,5
Usuários
50 votos
?
Sua nota
Direção
James DeMonaco
Roteiro:
James DeMonaco
Gênero:
Terror, Ação, Suspense
Origem:
Estados Unidos, França
Estreia:
06/10/2016
Duração:
105 minutos

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Após a conclusão de Uma Noite de Crime 2, o policial Barnes (Frank Grillo) se tornou o principal responsável pela segurança da senadora Charlene Roan (Elizabeth Mitchell). Em plena época de eleições, ela é uma das melhores posicionadas nas pesquisas, porque deseja eliminar de uma vez por todas a noite de crime. Mas seus planos não saem como esperado.

Elenco

Frank Grillo
Leo Barnes
Elizabeth Mitchell
Senadora Charlie Roan
Mykelti Williamson
Joe Dixon
Joseph Julian Soria
Marcos
Terry Serpico
Earl Danzinger
Edwin Hodge
Dante Bishop
Kyle Secor
Ministro Edwidge Owens
Betty Gabriel
Laney Rucker
Liza Colón-Zayas
Dawn
Ethan Phillips
Chefe Couper
Christopher James Baker
Harmon James
Jared Kemp
Rondo
Brittany Mirabile
Kimmy
Raymond J. Barry
Caleb Warrens
Naheem Garcia
Angel Munoz
David Aaron Baker
Tommy Roseland
Roman Blat
Tio Sam
Johnnie Mae
Sra. Sabian
Adam Cantor
Eric Busmalis
Tom Kemp
O homem adequado

Lupas

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  • Vale pela ação que proporciona algumas cenas boas. Abraços!

  • Razoavel

  • Raríssimo caso em que o terceiro filme é o melhor da trilogia, equilibrando bem o action horror com as sátira do cenário político de 2016 nos EUA, das elites e instituições, da ideologia do medo e violência, e as imagens dos purges continuam medonhas.

  • Purge melhorou com o tempo, com esse terceiro indo ao imo daquele universo: as escolhas políticas que levaram os EUA até as 12 horas do Expurgo - isso no ano eleitoral no país, discutindo higienização, lutas de classes e religião sem esquecer do gore.

  • O terror, além de dar medo,é um gênero que também comporta críticas à política, à sociedade e aos comportamentos.Trata da democracia na era do espetáculo e aborda efeitos da crise global, o que aumenta a expctativa por um filme com ambições acima da média

  • Muito Bom filme

  • As analogias com a eleição dos EUA desse ano são muito claras, e é isso que faz sustentar a atenção em uma trama com personagens insípidos e que nem os assassinatos chegam a ser surpreendentes.

  • Alguns eventos do filme até que são interessantes, mas a fórmula já começa a ficar batida e falta criatividade para o diretor ao inserir o âmbito político em meio a chacina.

  • A revolução estoura e finalmente chega a Casa Branca. Agora a guerra é também na esfera política e ninguém mais está isento. Marcante desfecho para a franquia (apesar do mesmo abrir espaço para futuras continuações.).

  • A critica política através da violência explicita e a cartunização das relações de poder é o mais perto de um RoboCop que esses tempos podem oferecer. Tambem acho muito bom o equilíbrio entre reformismo e radicalismo que a senadora e o terrorista evocam.

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